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domingo, 25 de março de 2012

Conheça o Voice Joystick, que revolucionará a acessibilidade por voz


O uso da tecnologia em favor do bem estar de pessoas com necessidades especiais é sem dúvida uma das mais belas vertentes do avanço na área. Hoje temos opções de acessibilidade para diversas deficiências, que minimizam as distâncias entre todos com soluções simples e de muito bom gosto.
Este é o caso do joystick com reconhecimento de voz, idealizado por estudantes da universidade de Washington. O objetivo do projeto é desenvolver um sistema novo de reconhecimento vocal, chamado por eles de Vocal Joystick, ou VJ.
Controle o PC pela voz
O dispositivo permitirá que pessoas com dificuldades em lidar com o mouse possam utilizar a voz para controlar objetos na tela do computador e até mesmo instrumentos mais complexos, como robôs, braços mecânicos e dispositivos de automação em geral.
A língua falada é ineficiente para funcionar com tarefas mais complexas e em geral é insatisfatoriamente reconhecida nos aplicativos atuais do gênero. O sistema VJ vem para mudar esses aspectos para melhor e permitirá que os usuários explorem uma vasta gama de vocalizações para tarefas de diversos níveis de dificuldade.
Será possível perceber as respostas do sistema em questão de segundos, com funções para adequá-lo da melhor maneira para cada indivíduo. O sistema incluirá sons comuns da fala, com vogais e consoantes, mas com um foco principal na variação de parâmetros fonéticos conhecidos, como tonalidade, potência vocal, timbre e outros.
Como funciona
A maior dificuldade em usar o ponteiro do mouse com a voz é que a tarefa envolve muitos comandos contínuos, como levar a seta de um lado a outro na tela. Por esse motivo o Vocal Joystick reconhecerá sons de acordo com a afinação e saberá do que se trata.
No exemplo do vídeo acima, em que o usuário navega pelo Google Earth com o aplicativo, basta manter o som da letra “e” continuamente para aproximar a câmera do globo. Ao fazer o som do “i” a câmera vai para a esquerda e assim por diante. Com um pouco de afinação qualquer pessoa pode realizar a tarefa, independentemente de qualquer limitação motora. O exemplo abaixo também é muito interessante e utiliza sons mudos de consoantes para realizar ainda mais ações.
Você já pode baixar a versão Alpha do aplicativo para Windows diretamente do site do desenvolvedor. O Vocal Joystick é mais um ótimo exemplo de que muitas coisas boas podem ser feitas com idéias simples e inovadoras, aplicadas da maneira correta.
Fonte: Tecnomundo

Frota adaptada a deficientes motores



A Europcar Portugal, com o apoio da Secretaria de Estado da Reabilitação, acaba de lançar a sua primeira frota de veículos adaptados a pessoas portadoras de deficiência motora, um projecto desenvolvido exclusivamente pela Europcar Portugal. 

As novas viaturas (SEAT Altea) foram adaptadas para pessoas com limitações ao nível dos membros superiores e inferiores. Estes veículos estão ainda equipados com um conjunto de funcionalidades que permitem facilitar a condução, tais como sensores de chuva e de acendimento automático de faróis, permitindo que o condutor não tenha qualquer intervenção neste processo. 

Termos & Condições: 

- É necessário carta de condução específica para viaturas adaptadas, com indicação da deficiência e grau da mesma; 

- Equipamento disponível sob consulta e sujeito a disponibilidade; 

- Categoria de viatura CXAR, sujeita a disponibilidade; 

- O aluguer é possível nas seguintes estações: 


LOCALIDADE
 ESTAÇÃO
 
 

Lisboa 

Aeroporto 

Prior Velho 

Av. Ant. Augusto de Aguiar 
 

Porto 

Aeroporto 


Maia 

Rua António Bessa Leite 
 

Faro   

Aeroporto 

Montenegro 
 

- A viatura tem que ser devolvida na mesma estação, ou noutra das indicadas, sendo que, se entregar fora da mesma localidade terá uma taxa de serviço adicional (one-way). 

- O valor do aluguer inclui quilómetros ilimitados, Cobertura de Danos (LDW), Suplemento de Circulação (LAF) e IVA; 

- Em caso de avaria ou acidente deve contactar a Assistência em Viagem da Europcar (21 383 55 27). 


Para mais informações ou esclarecimento de dúvidas, por favor contactar: 

Tel.: 21 940 77 90 

reservas@europcar.com 


Fonte: http://www.europcar.pt/EBE/module/render/Frota-adaptada-a-deficientes-motores 

sábado, 24 de março de 2012

Relicário dos Sons: Terapia da Fala

 



A Relicário de Sons (RdS) é uma empresa de prestação de serviços em terapia da fala e áreas afins, com experiência em contextos clínicos e educacionais. A equipa é assim constituída por profissionais especializados em linguagem e na pessoa, que fazem a ponte entre a universidade e a comunidade: aplicamos no terreno o que testamos em laboratório . 

Assim, na sua equipa, a RdS reúne técnicos das seguintes especialidades:
- Terapia da Fala;
- Neuropsicologia;
- Psicologia Clínica;
- Psicologia Educacional;
- Orientação Escolar e Vocacional;
- Mediação Familiar;
- Reflexoterapia (podal e auricular);
- Terapia Ocupacional;
- Psicomotricidade;
- Ensino Especial e Reabilitação, entre outras.
Com a RdS colaboram ainda profissionais de outras especialidades da medicina e das terapias convencionais e alternativas.

Ao longo da sua existência, a RdS tem vindo a desenvolver e a ampliar os serviços prestados. Para responder às necessidades de públicos distintos (indivíduos/instituições; profissionais/não profissionais; etc.), a RdS desenvolveu um conjunto de soluções.

Informação completa: Relicário dos Sons

sexta-feira, 23 de março de 2012

Moda para pessoas com necessidades especiais


A pensar nas pessoas que têm necessidades especiais ou corpos menos convencionais, têm surgido nos últimos tempos algumas marcas que pretendem oferecer acessórios e vestuário adequado. A Downs Designs e a Xeni Collection foram criadas por pessoas que lidaram de perto com a dificuldade de encontrar peças adaptadas às suas limitações.

Em 1990, Ann Oliver trabalhava como arquiteta em Londres, quando lhe disseram que tinha esclerose múltipla. Cedo a doença obrigou-a ao uso de uma cadeira de rodas e perdeu uma grande parte da sensibilidade que tinha nas mãos.

Em Março de 2010, depois de uma depressão provocada pela sua condição física, a inglesa sentiu que tinha tido uma “revelação”: ia “usar as perceções” que a doença lhe ofereceu de uma forma “criativa”, explica na página oficial da marca.

Foi assim que surgiu a Xeni Collection. As roupas são especialmente desenhadas para pessoas com esclerose múltipla, lúpus ou artrite, entre outras limitações físicas.

Peças bonitas e sofisticadas

Apesar de já haver roupa especializada para estes doentes, Ann Oliver quer acrescentar ao mercado algo que é pouco explorado: peças que são funcionais mas, ao mesmo tempo, sofisticadas e bonitas. 

Alguns dos cuidados que a Xeni Collection tem em conta são, por exemplo, a substituição dos fechos por ímanes no vestuário e um corte especializado para pessoas que passam o seu dia sentadas numa cadeira de rodas. Para o futuro há ainda o projeto de criar uma coleção de joias pensada para pessoas que tenham dificuldade em manusear grampos.

Os preços do vestuário variam entre 250 e 550 libras (300 e 660 euros), preço que a criadora admite não ser muito acessível, mas cuja redução está dependente “do sucesso da empresa”.

Tamanhos especiais para pessoas com síndrome de Down

A verdade é que este é um mercado que se tem expandido e alargado nos últimos anos. Também em 2010, a norte-americana Karen Bowersox’s sentiu a necessidade de criar roupa com medidas adequadas ao corpo de uma pessoa com síndrome de Down. A inspiração partiu do acompanhamento do crescimento da sua própria neta, portadora da doença.

Depois de um largo período de pesquisa, e em conjunto com uma designer de moda, Karen criou um novo tamanho, com oito modelos, adaptado à medida de pessoas com síndrome de Down e que começou a aplicar em peças de roupa básicas. Quando tinham os modelos prontos, ambas percorreram o mundo com o intuito de divulgar o projeto, experimentando o vestuário em várias pessoas.

“Ficámos maravilhadas com as transformações”, admitiu Karen em comunicado, acrescentando que “alguns dos pais [das crianças com síndrome de Down] queriam levar as nossas amostras para casa e estavam prontos para as encomendar ali mesmo”.

A empresa expandiu-se entretanto, e emprega várias pessoas com síndrome de Down. Está ainda a trabalhar de perto com a Sociedade Nacional do Síndrome de Down norte-americana.

“O nosso objetivo é de que as pessoas com síndrome de Down tenham roupas com estilo e que se adequem aos seus corpos únicos”, explicou Karen. 

Pode aceder à página oficial da Xeni Collection AQUI e à da Downs Designs AQUI.

Fonte: Boas Noticias

Adaptador de chapéu de chuva para utilizadores de cadeira de rodas


Novo acessório que se aplica na cadeira de rodas para segurar um guarda chuva, deixando as mãos livres do usuário e do acompanhante

Características

Fácil e cómodo de utilizar

Coloca-se de forma simples e rápida sem ser necessário a utilização de ferramentas

Coloca-se nos punhos da cadeira ou nos apoios de braços

Regulável em ângulo

Adapta-se a diferentes tamanhos de tubos (diâmetro mínimo de 19mm a um máximo de 35mm)

Fonte e mais informação: Ergométrica

quinta-feira, 22 de março de 2012

Revalidação dos atestados multiusos por incapacidade

A partir de amanhã, o Ministério da Saúde vai começar a enviar as cartas que confirmam a isenção de taxas moderadoras por motivos económicos.

Vai ser alterado o sistema de atestados de incapacidade para efeitos de isenção de taxas moderadoras na saúde. Assim, os utentes que precisam de revalidar os atestados passados ao abrigo de legislação anterior a 2009 podem vir a ser dispensados de pagar 50 euros. 

É este o valor cobrado actualmente, mas a Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) está a estudar com outros organismos uma fórmula alternativa. A revelação é feita à Renascença por Alexandre Lourenço, da direcção da ACSS: "Estamos a trabalhar conjuntamente com a Direcção-geral de Saúde e com Instituto Nacional de Reabilitação para termos modelos de revalidação desta incapacidade menos onerosos para o doente - pois o atestado de incapacidade tem o valor de 50 euros. Estamos a trabalhar essencialmente em alguns casos, como no da reavaliação, para nem sequer ter necessidade de pagamento de qualquer valor, e noutros, como ter um valor muito inferior aos 50 euros actuais”.

Para beneficiar da isenção do pagamento de taxas, o utente tem de ter um grau de incapacidade igual ou superior a 60%.

As autoridades de saúde estão a exigir a revalidação dos atestados antigos, que só vão ser aceites até ao final de 2013. 

Cartas que confirmam isenção seguem dia 22 de Março de 2012

A partir de amanhã, o Ministério da Saúde vai começar a enviar as cartas que confirmam a isenção de taxas moderadoras por motivos económicos:“Contamos a partir de dia 22 iniciar o envio destas cartas aos utentes que estavam isentos a 31 de Dezembro e aos que requereram a sua situação de insuficiência económica. É importante dizer que estes utentes permanecem isentos e não estão a pagar taxas moderadoras até dia 15 de Abril".

“Foi necessário, obrigatoriamente, ter um parecer positivo da Comissão Nacional da Protecção de Dados – estamos a falar também de transmissão da informação fiscal. Efectivamente, este processo demorou mais tempo que o previsto, mas a situação está regularizada”, explica o responsável da ACSS, justificando o atraso no processo.

Alexandre Lourenço assegura que, até ao momento, não foi aplicada qualquer multa pelo não pagamento de taxas moderadoras, apesar de a lei prever coimas que podem variar entre os 50 e os 250 euros, a serem cobradas pelo fisco. A cobrança coerciva só será prioridade no segundo semestre. 

Até ao momento, foram recebidos quase um milhão de pedidos de insuficiência económica, além dos utentes que já estavam registados como estando nesta situação em Dezembro do ano passado. 

Questionado sobre eventuais alterações ao novo sistema de taxas moderadoras, Alexandre Lourenço admite a hipótese em casos pontuais.

Fonte: Rádio Renascença

segunda-feira, 19 de março de 2012

Material médico: saiba quando compensa comprar ou alugar


Se precisa de uma canadiana, cadeira de rodas ou cama articulada, faça contas
ao tempo de recuperação. Até uma semana, compensa alugar.
Mais do que isso, compre o material de pequeno porte e alugue o restante.

Material médico: saiba quando compensa comprar ou alugar
O tempo que vai precisar deste material determina se deve
 alugar ou comprar. No caso do equipamento de pequeno porte,
 como  andarilhos,  tripés, muletas e canadianas, é mais 
vantajoso alugar  para períodos curtos (até 7 dias). As bengalas
 são uma excepção, pois compensa  sempre comprar. Quanto às
 canadianas, diferença é pequena: pode comprar a partir de
 3 euros ou alugar durante uma semana a partir de 2,10 euros.
Se a necessidade de apoio se prolongar por mais tempo, compensa
comprar um produto de pequeno porte. Quando não precisar do
 equipamento e quiser desfazer-se dele, verifique se existe alguma
entidade, como um centro social ou paróquia, que o aceite. As associações de bombeiros, a
Santa Casa da Misericórdia e a Cruz Vermelha são outras instituições que, à partida, têm 
interesse em ficar com o equipamento.
Até 90 dias, as cadeiras de rodas e o material de grande porte, como camas articuladas e
colchões, ficam mais baratos se alugar.
Para saber qual a melhor opção, consulte os preços de compra e de aluguer na sua localidade:






Outra alternativa é pedir emprestado. Associações de bombeiros, misericórdias, Cruz
Vermelha ou centros sociais, entre outros, emprestam alguns produtos de apoio sobretudo
aos mais carenciados. Algumas destas entidades cobram uma caução, para garantir a
devolução em boas condições. Para requerer o empréstimo, pode ter de apresentar um
atestado médico e a declaração de IRS ou um atestado da junta de freguesia a comprovar
os baixos rendimentos.

Apoios, comparticipações e seguros

Em caso de internamento num hospital público, este fornece o equipamento necessário
para a alta, prescrito pelo médico.
Se o equipamento for prescrito pelo médico do centro de saúde, por exemplo, terá de pedir
comparticipação à Segurança Social. Para tal, entregue, no centro distrital da sua área de
residência, uma ficha de prescrição, uma fotocópia legível do bilhete de identidade e três
orçamentos para aquisição do material necessário. Cabe àquele organismo avaliar a
necessidade do equipamento na vida do requerente. O problema é que os pedidos nem
sempre são satisfeitos por falta de verbas.
A compra e o aluguer também podem ser comparticipados pelos subsistemas de saúde, como
a ADSE ou o SAMS. Contacte os seus serviços médicos e sociais para saber o valor a que tem
direito. Em geral, o paciente paga a totalidade do seu bolso e recebe a comparticipação mais
tarde, após entregar a prescrição médica e as faturas do equipamento.
Os seguros de saúde com a cobertura de próteses e ortóteses comparticipam a compra ou o
aluguer do equipamento, desde que prescrito por um médico. Verifique a apólice.
Se o subsistema ou seguro apenas comparticipar a compra, talvez esta fique mais barata do
que alugar sem nenhuma comparticipação. Convém fazer bem as contas antes de tomar uma
decisão.
O IVA é reduzido para certos produtos de apoio e desde que tenha um comprovativo da
despesa de aquisição ou aluguer pode deduzi-la no IRS. O fisco considera 30% do que gastar,
sem outro limite, caso o produto ou serviço esteja isento de IVA ou sujeito à taxa reduzida
(6 por cento). Se a taxa de IVA for superior, o limite é de 65 euros, tendo como percentagem
máxima os mesmos 30%: pode apresentar o total de gastos e os serviços fazem as contas.
Neste caso, deve guardar a prescrição médica.

Fonte: Deco/Proteste

sexta-feira, 9 de março de 2012



O Instituto Politécnico de Leiria (IPL) criou um protótipo de uma cadeira de rodas `low cost` que é comandada pela voz e pela íris, disse hoje à Lusa um dos professores responsáveis pelo projeto, Ricardo Martinho.

"A mais-valia deste projeto está no seu baixo custo e no facto do módulo poder ser adaptado à maior parte das cadeiras de rodas que não possuem motorização, como aquelas que se encontram habitualmente num hospital", explica aquele que é o coordenador do curso de Informática para a Saúde, que integra o departamento de Engenharia Informática da Escola Superior de Tecnologia e Gestão (ESTG) do IPL. 

Uma cadeira de rodas autónoma "pode custar entre 10 e 30 mil euros", mas este projeto tem condições de assegurar que a comercialização ronde os 2500 euros, sublinha à Lusa, por outro lado, o coordenador do departamento de Engenharia Informática da ESTG, Patrício Domingues. 

O mesmo responsável revela que o preço de produção deste protótipo não ultrapassou os mil euros. "É uma diferença muito grande em relação aos preços proibitivos a que as cadeiras de rodas autónomas podem atingir", enfatiza. 

Para a criação deste protótipo foi utilizado um portátil `low cost`, uma placa de aquisição de dados, dois motores, duas rodas, um microfone com auscultadores, duas `webcams` e um capacete. 

Uma vez concluído o protótipo, a fase seguinte passa por encontrar financiamento, desenvolver o projeto nas áreas da mecânica e da eletrotecnia, bem como avançar para o desenvolvimento do design do módulo, que se transformará num `kit` portátil. 

"Um dos passos importantes passa por fazer um projeto de design industrial para a estrutura física amovível de suporte aos motores, às baterias e ao próprio mecanismo de tração das rodas", explica Ricardo Martinho. 

Já o coordenador do projeto, o professor João Pereira, assinala que este "módulo `low cost` adaptável para uma cadeira móvel autónoma faz o reconhecimento dos comandos de voz, de movimentos oculares, mas também a análise de imagens para prevenir colisões". 

Enquanto a primeira `webcam` se destina a reconhecer os movimentos oculares, a segunda visa detetar obstáculos, precisa o responsável, sublinhando que o sistema de comando é simultaneamente assegurado por voz e pela íris para garantir maior fiabilidade. 

A ESTG é uma das cinco escolas do IPL, instituto que representa atualmente cerca de 95 por cento do ensino superior do distrito de Leiria e abrange uma comunidade de mais de 12.000 estudantes e 900 docentes. 

Fonte: Lusa

segunda-feira, 5 de março de 2012

Formação em Informática



A Associação Salvador irá organizar, em parceria com a empresa QIPower e a Fundação Portugal Telecom, entre os meses de Março e Maio, várias ações de formação em informática. A primeira ação de formação será sobre "Power Point" e terá início já no próximo dia 13 de Março.

A participação nesta ação de formação será gratuita. 

O número de vagas por curso será limitado a 8 participantes.

Às pessoas que vierem a ser seleccionadas será solicitada uma caução de 5 euros.

FORMAÇÃO EM POWERPOINT (12 horas)
Local: Forum Picoas, Lisboa (Avenida Fontes Pereira Melo, 38C)
Horário: das 14h30 às 17h30
Datas: 13, 15, 20 e 21 de Março de 2012 (terças e quintas)

DESTINATÁRIOS:
Pessoas com deficiência motora queque necessitem de aprofundar conhecimentos em Power Point.

FORMADORA:
Catarina Landeiroto (QIPower)

Se estiver interessado em participar preencha o formulário de inscrição, aqui.
Aceitam-se inscrições até ao dia 8 de Março. 
Apresse-se a reservar o seu lugar! As inscrições são limitadas.

PRÓXIMAS AÇÕES DE FORMAÇÃO (as inscrições irão abrir brevemente):
- Excel Inicial (Abril)
- Excel Avançado (Abril)
- Word Inicial (Maio)
- Word Avançado (Maio)

Qualquer esclarecimento adicional que necessitem, contactar a Associação Salvador.

Patrícia Neca
Associação Salvador
Av. Fontes Pereira de Melo 14, 9º
1050-121 Lisboa
Tel.: 213 184 836 
info@associacaosalvador.com

www.associacaosalvador.com

quinta-feira, 1 de março de 2012

Rastreios gratuitos ao Aneurisma da Aorta Abdominal


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 Imagem


A campanha AORTA É VIDA, em parceria com o hospital Cuf Infante Santo, em Lisboa, promove nos próximos dias 8 e 9 de Março, entre a 9h e as 18h, um rastreio gratuito ao Aneurisma da Aorta Abdominal (AAA), uma doença grave, progressiva e silenciosa, considerada a 10.ª causa de morte em todo o Mundo.
A iniciativa, que decorre na recepção A do hospital Cuf Infante Santo, tem como objectivo informar e rastrear a população de Lisboa, sobretudo os homens com idade igual ou superior a 65 anos, com historial de tabagismo e com antecedentes familiares de aneurisma aórtico.
“Por ser uma doença que normalmente não apresenta sintomas, a realização destas acções de sensibilização e rastreio são muito importantes já que apenas 50 por cento dos pacientes em ruptura do AAA chegam vivos ao hospital e destes, 30 a 50 por cento morrem após cirurgia”, explica João Albuquerque e Castro, cirurgião vascular e coordenador nacional da Campanha AORTA É VIDA.
Ainda de acordo com o especialista, “com esta parceria, pretendemos alertar as pessoas para esta doença grave, divulgando os seus factores de risco e despistando a existência de um AAA através de uma simples ecografia. Desta forma, estaremos a promover o diagnóstico precoce da doença, essencial para a vigilância do doente e para a selecção do tratamento mais adequado”.
O AAA é uma doença grave que, frequentemente, não apresenta quaisquer sintomas. Trata-se de uma dilatação lenta e progressiva da aorta, a maior artéria do organismo que, quando rompe, origina uma perda de sangue muito grave que pode resultar em morte súbita.
Estima-se que, na Europa, 80 milhões de pessoas com mais de 65 anos estejam em risco de desenvolver um AAA, e por esta razão tornam-se prementes as campanhas de sensibilização. Para mais informações consulte: www.aortaevida.com.

O hospital Cuf Infante Santo, uma unidade da José de Mello Saúde, está na vanguarda da prestação dos cuidados de saúde e é uma referência de qualidade de cuidados hospitalares privados, em Portugal, com uma vasta oferta de serviços. A José de Mello Saúde assume a educação para a saúde como uma prioridade e um compromisso de responsabilidade social, no âmbito da sua política de sustentabilidade.

“Ser Solidário” Campanha a favor da SPEM promovida pelo Grupo SIBS



ImagemA Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla (SPEM) foi este ano selecionada pelo Grupo SIBS para fazer parte da campanha “Ser Solidário”, uma iniciativa que permite, de uma forma simples, segura e cómoda a recolha de donativos por transferência bancária, em qualquer um dos 14.000 Caixas MULTIBANCO que se encontram distribuídos pelo país. Os donativos recolhidos vão contribuir para que a SPEM possa dar continuidade à construção de uma residência para doentes, assim como aos serviços que presta a quem sofre desta patologia.
Manuela Duarte Neves, diretora da SPEM, explica que “o nosso grande sonho e objetivo é conseguir construir uma residência para pessoas com Esclerose Múltipla, que neste momento, só têm duas soluções no caso de a doença evoluir para incapacidade física: ficam ao cuidado de familiares ou são internados em lares de idosos. Qualquer das opções não se coaduna com a idade dos doentes, geralmente jovens e adultos, nem com as necessidades específicas destes doentes. A iniciativa “Ser Solidário“ é um importante incentivo para que possamos dar continuidade não só a este projeto mas também aos cuidados que prestamos diariamente aos doentes e sua família e que passam, nomeadamente, por fisioterapia, apoio psicológico e ao domicílio, entre outros”.
O serviço “Ser Solidário” faz parte de um conjunto de ações promovidas pelo Grupo SIBS, no âmbito da política de responsabilidade social que o norteia. O objetivo é apoiar entidades envolvidas em campanhas e projetos de solidariedade social, com impacto ao nível da sociedade civil portuguesa.
A Esclerose Múltipla é uma doença neurodegenerativa que afeta o Sistema Nervoso Central e é a segunda causa de incapacidade dos jovens adultos em todo o mundo, logo a seguir aos acidentes de viação. Em Portugal existem mais de 5.000 pessoas portadoras da doença, a maioria com sintomas “invisíveis” tais como fadiga extrema, desequilíbrios, perda de força nos membros, disfunção urinária ou problemas na visão.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Usabilidade e acessibilidade dos maiores museus portugueses online


Está tudo na Web: jornais, televisões, bancos, escolas e serviços públicos. Museus também. E porque a existência virtual, e a qualidade dela, conta cada vez mais para o sucesso das instituições, quisemos apurar a qualidade dos sites museológicos em Portugal.
Um conjunto de webdesigners contatados aceitou o desafio de analisar e classificar ossites dos museus mais visitados e representativos do país. A decisão é quase unânime: o portal do portuense Museu de Serralves – incluído no site da Fundação de Serralves – é o melhor. Ivo Gomes, consultor de usabilidade na empresa Log, destaca a “boa navegabilidade” e a “visita virtual ao parque de Serralves e à coleção do museu”. Gomes dá ainda nota muito positiva a todos os conteúdos do site.
A escolha do Museu de Serralves não surpreende. O investimento feito pela fundação na sua presença online tem sido contínuo e, de acordo com o diretor do Museu, João Fernandes, “surgiu quase como um imperativo”: “Há cerca de dois anos, antes da remodelação do site, dificilmente Serralves seria agora apontado como o melhor exemplo”, disse Fernandes ao Digital. Isto porque “nessa altura, a página não refletia aquilo que era o Museu e a Fundação”.
Certo é que, atualmente, Serralves leva vantagem sobre os outros museus na Web. Carlos Moreira, webdesigner a trabalhar na Escola Superior de Educação de Coimbra (ESEC), diz que o portal “é o único da lista que realmente se destaca, principalmente pelo seu design”.
E Paulo Barbosa, da empresa VisualWork, considera o site “muito apelativo visualmente pela forma como toda a informação está organizada, dando ao utilizador a sensação de espaço, de modernidade e funcionalidade”. O especialista destaca ainda a qualidade da loja online e diz que “de todos os sites visitados, [o de Serralves] é aquele que melhor adequa a imagem do museu à sua versão online”.
A imagem, essa, é de modernidade e contemporaneidade, afirma o diretor do museu. João Fernandes afirma que, com a recente disponibilização integral da coleção permanente do Museu de Serralves na Internet, “o número de visitas aumentou de tal maneira que chegou a levantar problemas técnicos e levou ao congestionamento da página”.
Fernandes considera, contudo, que Serralves está ainda “na infância da arte”. Porque, lembra, um museu deve ser um organismo vivo e não deve limitar-se a apresentar exposições e receber visitantes. Em Serralves, o futuro passa por “fazer do site um local de reflexão, de publicação de documentos e de interação entre utilizadores”.
Símbolos de acessibilidade enganadores
Nem só de bons conteúdos e designs aprumados se faz um bom site. Foi por isso que um dos especialistas ouvidos pelo PÚBLICO, Carlos Moreira, resolveu ir avalidator.w3.org e testar a veracidade do símbolo de acessibilidade w3C (tecnologia que desenvolve padrões para a criação e a interpretação dos conteúdos para a Web) presente nalguns dos sites analisados.
Os resultados não são animadores: entre os cinco portais que exibem o símbolo na página, apenas o Museu Monográfico de Conímbriga cumpre todos os pontos do protocolo.
Como este, há, de facto, vários problemas por resolver nos sites dos museus portugueses, especialmente nos tutelados pelo IMC. E apesar de ter sido recentemente criada uma nova plataforma que já alberga as novas páginas Web de algumas instituições nacionais, há ainda “um longo caminho pela frente para estarem ao nível dos sites de referência internacionais”, vaticina o especialista Paulo Barbosa.
Com raras exceções, essencialmente verificadas nas páginas de Serralves e da Coleção Berardo, quase nenhum museu recorre a componentes multimídia para apresentar de forma mais intercativa as suas coleções. Barbosa critica a ausência de vídeo, áudio e da interatividade em Flash nas páginas portuguesas, uma vez que “são elementos que dão uma dinâmica muito grande aos sites”.
Do IMC, uma das responsáveis pelos projetos online, Amélia Fernandes, disse ao Digital que “há planos para a renovação de vários sites” e garante que a entidade está ciente da atual importância da Web: “Apesar de não termos feito qualquer estudo nesse sentido, acreditamos que um bom site na Internet conduz naturalmente a que os museus tenham um maior número de visitantes.”
Conimbriga fecha top 3
Para os museus, a imagem transmitida na Web pode ser decisiva para uma eventual posterior visita à instituição. Todavia, ao contrário do que poderia pensar-se ao olhar para a lista de museus nacionais públicos mais visitados – liderada em 2007 pelo Museu dos Coches (222.349 visitantes) e pelo Museu Nacional de Arqueologia (130.104) – é o Museu Monográfico de Conimbriga que, de acordo com os especialistas, tem o melhor site entre os museus tutelados pelo Instituto de Museus e Conservação (IMC).
O portal do Museu Monográfico, terceira instituição mais frequentada no ano passado entre as administradas pelo IMC, com 119.592 visitantes, aparece igualmente na terceira posição no ranking (ver tabela), logo depois de Serralves e do Museu Coleção Berardo.
Joana Carravilla, da Seara.com, realça a usabilidade e funcionalidade do site: “Nota-se que foi um site feito a pensar no utilizador e com intenção de passar informação.” A simplicidade pode às vezes ser o melhor caminho e, no caso de Conimbriga, a aposta numa homepage “muito simples, com entrada para todas as áreas”, beneficia o site. Há, no entanto alguns erros. Ivo Gomes nota que os links existentes ao longo das várias páginas não são facilmente distinguíveis do resto do texto e discorda ainda da estrutura dos menus. Ainda assim, ao nível dos conteúdos, “o site merece nota oito, numa escala de zero a dez”.
Mas, se o portal do Museu Monográfico não sai mal na fotografia, outros há que são bastante sofríveis. O do Museu Nacional do Azulejo (Lisboa) cota-se como a pior página oficial de um museu entre as avaliadas – o Museu Virtual da Imprensa é efetivamente o último, mas já lá vamos.
Para começar, o Museu do Azulejo tem como janela principal do site um “pop up”, prática nada usual e criticada unanimemente pelos especialistas, uma vez que “limita a área visível do site, retira o controlo ao utilizador e pode ser bloqueada pelos browsersmais recentes com proteção anti-popup”, explica Ivo Gomes. O consultor da Log não encontra nenhuma virtude no site e classifica como “muito má” a navegabilidade do portal, prejudicada por um sistema de scroll que funciona através de pequenos botões nada intuitivos.
A diretora do Museu Nacional do Azulejo, Fátima Loureiro, argumenta que o site da instituição está enquadrado num modelo imposto pelo IMC: “Se não o renovámos foi porque não pudemos. Há muito que sentimos que devíamos melhorar o nosso site mas é esta a norma que temos..”. Fátima Loureiro conta que, até há bem pouco tempo, a administração do museu nem sequer tinha acesso ao back office do site e era por isso que a informação estava muitas vezes desatualizada. “Já pedimos que nos dessem autorização, que implica um orçamento, para mudarmos para uma estrutura mais apelativa. Temos gente competente e capaz de nos ajudar nessa tarefa”, conclui a responsável.
O título de pior de todos os portais online cabe, de acordo com as avaliações, ao Museu Virtual da Imprensa. Porém – e apesar de se apresentar como “projeto da Associação Museu da Imprensa” – o site “não é a página oficial do Museu”, explica o diretor do organismo, Luís Humberto Marques. Mas a verdade é que aquela é a ‘cara’ do museu na Internet, reconhecida pela instituição e com contributos de funcionários do próprio museu.
De acordo com a análise do webdesigner Carlos Moreira, a página “tem graves carências ao nível do webdesign”, e trata-se de um siteque reprovaria redondamente em qualquer teste de usabilidade e acessibilidade.
O diretor do museu conta que quando o site foi lançado, em 1997, chegou a ser considerado por uma revista internacional de tecnologia como “um dos dez melhores no ramo dos museus”. Só que dez anos, na Internet, são uma eternidade, e Luís Humberto Marques reconhece que a estrutura inicial do portal nunca foi alterada.
“Admitimos que por vezes nem há sequer uma boa coerência entre os vários elementos colocados na página”, diz. Marques fala de “recursos limitadíssimos” e de um projeto em marcha para a criação da página oficial do Museu Nacional da Imprensa já em 2008: “Temos a noção que já era tempo de remodelarmos a nossa presença na Internet. Sabemos que perdemos o passo, mas vamos recuperá-lo.



Fonte: Publico

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Controle de cadeira de rodas através da língua

Engenheiros do Instituto de Tecnologia da Geórgia (EUA) desenvolveram uma nova tecnologia para que pessoas com elevados níveis de comprometimento físico dirijam cadeiras de rodas e outros equipamentos robotizados usando apenas a língua.

O equipamento, chamado "Sistema de Direção com a Língua", já havia sido demonstrado há alguns meses, mas médicos e pacientes acharam muito inconveniente o fato de que o paciente precisasse ficar segurando o controle com a boca.

Além disso, era necessário que o cadeirante usasse um equipamento externo, parecido com um fone de ouvido, que perdia a calibragem sempre que o usuário mexia muito a cabeça.

Implante ortodôntico temporário

O novo protótipo permite que os cadeirantes usem apenas uma espécie de aparelho ortodôntico temporário, posto no céu-da-boca, dispensando inclusive o fone de ouvido.

O controle continua sendo feito inteiramente com a língua, mas sem a necessidade de colocá-la para fora ou manter a boca aberta.

Os sensores do aparelho rastreiam a localização de um minúsculo ímã, que é ligado à língua dos usuários.

"Movimentando os sensores dentro da boca, nós criamos um sistema de condução com a língua com melhor estabilidade mecânica e mais conforto, e que passa praticamente despercebido," disse Maysam Ghovanloo, membro da equipe.

Comandando aparelhos com a língua 

Os sinais de controle são transmitidos por ondas de rádio para um iPhone ou iPod.

Um programa instalado no aparelho interpreta os comandos da língua determinando a posição relativa do ímã em relação ao conjunto de sensores montados no aparelho intraoral.

Essa informação é então usada para movimentar o cursor em uma tela de computador - permitindo o uso do sistema para controlar outros equipamentos - ou para substituir o joystick de uma cadeira de rodas motorizada.

Outra vantagem da nova versão é que o usuário pode treinar comandos adicionais para posições específicas da língua - virtualmente qualquer quantidade de comandos que ele consiga se lembrar.

Os pesquisadores estão testando o equipamento com pessoas sem deficiência. A seguir, passarão para um teste clínico com pacientes com altos níveis de dano na espinha dorsal.

  Fonte: Diário da Saúde

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

O Instituto de Mobilidade e Transportes Terrestres (IMTT) lança o Prêmio Acessibilidade aos Transportes


O Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres, I.P. (IMTT, I.P.) lançou a 2ª edição do "Prémio Acessibilidade aos Transportes 2011-2012", com o objetivo de distinguir projetos que permitam aos cidadãos com mobilidade condicionada uma maior acessibilidade aos transportes públicos.
Este Prémio pretende distinguir medidas e ações que se destaquem positivamente pela acessibilidade proporcionada e integração de soluções inovadoras direcionadas à efetiva eliminação de barreiras para os cidadãos com necessidades especiais e mobilidade condicionada, premiando as boas práticas e promovendo a sua divulgação.
Está prevista a distinção dos três primeiros classificados, através da atribuição de um prémio de valor pecuniário, selecionados a partir da avaliação dos projetos apresentados. Esta avaliação será conduzida por um júri composto pelo IMTT, I.P. e pelo Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P. e por uma Comissão Técnica, de que farão parte as seguintes entidades:
- Associação dos Cegos Amblíopes de Portugal (ACAPO);
- Associação Portuguesa de Deficientes (APD);
- Associação Portuguesa de Deficientes das Forças Armadas (ADFA);
- Sociedade Portuguesa da Engenharia da Reabilitação e da Acessibilidade (Supera);
- Centro Português de Design (CPD).
As candidaturas ao "Prémio Acessibilidade aos Transportes 2011-2012"  encontram-se abertas até ao dia 24 de fevereiro de 2012, para projetos cujas obras tenham sido concluídas de 1 de janeiro de 2010 até 31 de dezembro de 2011.
Na primeira edição, após análise das sete candidaturas admitidas, o Júri decidiu, por unanimidade, atribuir os seguintes prémios:
1.º Classificado: Projecto «Rede de Acesso Fácil» da STCP - Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, S.A. , com prémio no valor de 25.000 euros, entregue pelo Secretário de Estado dos Transportes, Carlos Correia da Fonseca. Destaque pela visão abrangente e global mostrada por este projecto e pela empresa em geral na melhoria do acesso à sua rede de transportes públicos, com intervenção em áreas diversas: veículos, informação, serviço, paragens, etc., apresentando soluções para diferentes tipos de necessidade;
2.º Classificado: Projecto «Revisão de Nível 2 das Unidades Quadruplas Eléctricas (UQE's)» da CP - Comboios de Portugal, EPE, com prémio no valor de 15.000 euros, entregue pelo Secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa. Destaque pela visão a longo prazo do projecto, assim como a abrangência do mesmo para diferentes tipos de necessidade;
3.º Classificado: Projecto «Sistema de Transportes Públicos de Lagos (Onda)» da Câmara Municipal de Lagos, com prémio no valor de 10.000 euros, entregue pelo Presidente do IMTT (também presidente do Júri), António Crisóstomo Teixeira. Destaque pelo empenho do município em garantir, numa pequena rede de transportes local, o acesso por rampas em toda a frota.
Para maiores informações, acesse o link a seguir Prémio Acessibilidade aos Transportes2011-2012 
Fonte: IMTT