quarta-feira, 19 de outubro de 2011
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Projeto Rugby Portugal em cadeira de rodas

Realizou-se tempos atrás uma reunião na sede da Federação Portuguesa de Rugby entre a referida Federação, a ANDDEMOT e a Associação Portuguesa de Rugby em Cadeira de Rodas, com o objectivo de promover e divulgar a modalidade em Portugal.
Criou-se um projecto inovador na área do Desporto Adaptado e pretendemos integrá-lo no Desenvolvimento da Prática Desportiva, com a finalidade de promover Actividades Físicas Desportivas de carácter Lúdico, Terapêutico e de Alto Rendimento para as pessoas com deficiência motora.
Este Projecto compõe-se em três fases:
1 – PROMOÇÃO E DIVULGAÇÃO DO RCR com Acções de Formação nos quatro Centros de Medicina de Reabilitação, tendo como objectivo a introdução da modalidade na prática habitual dos seus utentes melhorando a sua condição física e alcançando melhor performance nas actividades da vida diária. Segue a calendarização nos CMR:
29 de Outubro – Hospital da Prelada, Porto
4 de Novembro – CMRRC - Rovisco Pais, Tocha
11 de Novembro – Centro de Medicina de Reabilitação do Alcoitão, Alcabideche
18 de Novembro – Centro de Medicina de Reabilitação do Sul, São Brás de Alportel
2 – FORMAÇÃO TÉCNICA para Treinadores e Classificação dos Jogadores;
3 – PROMOÇÃO DE QUADROS COMPETITIVOS com a criação de 4 equipas para a realização do Campeonato Nacional.
Fonte: ANDDEMOT
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Manuela Ralha
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segunda-feira, outubro 17, 2011
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Ergon - Porta versátil. Prática para utilizadores de cadeira de rodas

Um novo sistema de abertura de portas original e muito prático, permite que sejam abertas para ambos os lados com um pequeno esforço. O espaço necessário para a abertura é cerca de metade de uma porta convencional, o que o torna adequado para pequenos pequenos apartamentos. Conheça o sistema ERGON

O espaço é um problema sério nos edifícios modernos de escritórios ou de apartamentos, onde as divisões são cada vez mais pequenas. As portas, por exemplo, tornam-se difíceis de colocar em divisões minúsculas como os WC ou as arrecadações. Que o digam arquitectos e designers dão o seu melhor para garantir a estética dos seus projectos sem comprometer a funcionalidade. Frequentemente, quando o espaço é exíguo, em vez das portas tradicionais, utilizam portas de correr, com os inconvenientes que lhes são próprios. Nenhuma das duas soluções é ideal. A pensar nisto, a firma italiana Celegon concebeu a porta rotodeslizante ERGON.

Rotodeslizante significa que a porta, ao ser utilizada, descreve um movimento composto, simultaneamente rotativo (como as portas convencionais) e deslizante (como as portas de correr). Tecnicamente é bastante simples mas o conceito é brilhante. As portas equipadas com este sistema ocupam metade do espaço necessário para a abertura de uma porta tradicional. Mas não é tudo: podem ser abertas indiferentemente para a esquerda ou para a direita. Além disso, o esforço gasto para as manusear é mínimo com este sistema. Estas são vantagens importantes quando se quer que sejam usadas por crianças ou por pessoas com mobilidade reduzida, em cadeiras de rodas, por exemplo.

Enviado por José Mariano Fonte: Obvious
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Manuela Ralha
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segunda-feira, outubro 17, 2011
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Jovem escritora tetraplégica faz das histórias um apelo para a vida

Foi na pele de contadora de histórias para crianças que encontrou a sua vocação. Agarrou a inspiração que lhe assalta regularmente e, desta vez, resolveu mostrá-la ao mundo. E nasceu “Joquinha na cidade do miau”. Um livro para crianças - e adultos - que conta a história de um gato especial. Um gato que se desloca numa cadeira de rodas, tal e qual como a autora do livro. Carol Soares é licenciada em Comunicação Social, vive em Espinho e é tetraplégica. A vida trocou-lhe os planos, mas ela adaptou-se e confessa que o livro que acaba de publicar é o reflexo dessa mudança que lhe transformou a vida.
“Este livro é o reflexo da minha própria história e pretende mostrar à sociedade que os deficientes são úteis, tal e qual, como o gato protagonista do livro que, apesar de ficar numa cadeira de rodas, continua a trabalhar e a ser respeitado” – diz a escritora, de 33 anos. Carol Soares sofreu um acidente de viação aos 24 anos que lhe empurrou para uma cadeira de rodas. Há muito tempo que se habituou à ideia e convive naturalmente com a sua incapacidade para se movimentar sozinha. “Não me conformo com a discriminação da sociedade. Os deficientes não são inválidos, podem contribuir, e muito, para uma comunidade” – garante.
A prova está no livro que acaba de publicar e, para o qual, foram precisas muitas batalhas. “Não foi fácil, mas sinto-me feliz por ter ultrapassado todas as dificuldades e por ver o meu livro publicado”. O sentimento, diz, é parecido com um acto de libertação com o qual prova que faz tudo como qualquer outra pessoa. Aliás, as histórias para crianças foram a sua principal actividade nos últimos anos. “Trabalhei durante quatro anos, em regime de estágio sem remuneração, na Câmara Municipal de Espinho, fazendo a “Hora do Conto” na Biblioteca Municipal. A falta de reposta da autarquia em termos da sua permanência remunerada levou-a a desistir da tarefa, mas não dos seus sonhos. “É a escrever que me sinto bem e quem sabe se esse não será o meu futuro profissional”. A autora tem já preparada uma nova história que deverá ser lançada em Dezembro, desta vez, o “Joquinha” parte noutras aventuras e vai para a “Nuvem da Mafalda”.
“É no papel de contadora de histórias que melhor me sinto e, por isso, este livro e a possibilidade de o publicar foi a melhor coisa que me aconteceu”.
O acidente marca uma linha profunda na sua vida, mas isso nunca a impediu de lutar pelos sonhos e por uma profissão. “Na altura custou muito confrontar-me com esta realidade, de nunca mais poder voltar a andar, mas tive que ganhar forças e hoje tenho a certeza de que sou tão capaz como qualquer outra pessoa”. As oportunidades custam, no entanto, a bater à porta. “É, por isso, que o livro é tão especial para mim, porque o vejo como uma janela aberta para o mundo”.
Os objectivos estão agora bem mais definidos na sua mente. “Quero divulgar o livro, apresentá-lo nas escolas e bibliotecas”. Por enquanto, o livro está apenas à venda no portal da editora no endereço www.papiroeditora.com, mas, em breve, poderá ser adquirido nas livrarias da cidade de Espinho.
O livro “Joquinha na cidade do miau” foi apresentado na Bilblioteca MunicipaL de Espinho. “A biblioteca estava cheia de gente e, para mim, isso foi muito gratificante”. A seu lado, contou com os familiares e amigos e com uma animação “especial” concedida pela associação “Passinhos de Dança”.

“Os Passinhos de Dança encheram o momento de magia” – recorda Carol Soares.
Fonte: 7sete
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Manuela Ralha
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segunda-feira, outubro 17, 2011
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quarta-feira, 12 de outubro de 2011
O Cão ouvinte a serviço dos surdos.Um companheiro na busca da independência.
O universo sonoro está evidentemente fora do alcance das pessoas que sofrem de problemas auditivos. Elas desconhecem os ruídos mais familiares que lhes permitiriam a comunicação mais eficiente. O cão educado para responder a essas chamadas pode substituir o ouvido do surdo, reagindo em seu lugar e fazendo com que o dono as entenda.
Foi nos Estados Unidos que apareceram os primeiros cães para surdos. Efetivamente, a formação de cães para surdos começou em 1976, com a American Humane Association, em Denver, Colorado. Com o objetivo de responder à crescente requisição deste serviço, a associação adquiriu uma fazenda no estado de Massachussets para instalar um centro de formação chamado Hearing Dog (cão ouvinte).
O programa norte-americano dirige-se, prioritariamente, para a educação de cães destinados a pessoas que sofrem de uma surdez grave e buscam uma independência. Cada cão é minuciosamente escolhido em função das necessidades e possibilidades do futuro dono. Depois, inicia-se o período de formação. O programa dura 4 meses no centro Hearing Dog e a última semana é dedicada às relações entre o futuro dono e o cão. Um conselheiro do centro leva, então, o animal até seu novo lar para que o dono e o cão se conheçam e se habituem um ao outro. Durante os 3 meses seguintes, o Centro visita regularmente o domicílio do novo dono para ver como vão as coisas. No fim destes 3 meses acontece a entrega oficial do cão com um certificado.
Como o cão sai em companhia do surdo, deve usar obrigatoriamente algo que o identifique como um cão especial. Nos Estados Unidos, convencionou-se o uso de uma coleira e de uma guia cor de laranja, o que lhe permite o acesso aos lugares públicos oficialmente proibidos aos animais. Na Inglaterra, em 1982, foi lançado o programa de formação para surdos, sob o patrocínio do Real Instituto Britânico de Surdos. Desde então, a associação Hearing Dogs for the Deaf selecionou muitos cães.
De maneira geral, completamente desconhecidos para o grande público fora do mundo anglo-saxônico, na França, no entando, os cães para surdos já deram seus primeiros passos. Foi realizada uma experiência com Black e Bart, dois cães provenientes de um abrigo formado por Michel Hasbrouck. O programa de formação seguiu o método norte-americano elaborado pelo Hearing Dog Program.
Na prática, qualquer cão pode ser útil a um deficiente auditivo. Assim, se a pessoa já tem um cão, ele poderá ser educado com esse objetivo. De raça pura ou não, macho ou fêmea, o essencial é que seja tranquilo, doce, amistoso, sagaz, suficientemente curioso para procurar ruídos e inteligente para identificá-los. O cão para surdos-mudos deve ter aptidão para a obediência ao toque da mão.
O Cão: Outra Maneira de Ouvir
Da mesma maneira que o cão-guia ajuda o dono cego a se situar num espaço que ele não pode ver, o cão para surdos faz com que o dono tome consciência do universo sonoro que, de outro modo, obviamente não poderia abranger. A idéia básica do cão para surdos é que ele reaja a certos sons familiares no lugar do dono. Ensina-se o animal a registrar prioritariamente quatro sons diferentes: a campainha da porta de entrada, a do telefone, a do despertador e o choro de um bebê. O cão deve poder identificar e determinar a sua origem. Depois, é treinado para chamar a atenção do dono com gestos – a pegar na sua mão, por exemplo, para levá-lo até a origem do som percebido.
Da mesma maneira que o cão-guia ajuda o dono cego a se situar num espaço que ele não pode ver, o cão para surdos faz com que o dono tome consciência do universo sonoro que, de outro modo, obviamente não poderia abranger. A idéia básica do cão para surdos é que ele reaja a certos sons familiares no lugar do dono. Ensina-se o animal a registrar prioritariamente quatro sons diferentes: a campainha da porta de entrada, a do telefone, a do despertador e o choro de um bebê. O cão deve poder identificar e determinar a sua origem. Depois, é treinado para chamar a atenção do dono com gestos – a pegar na sua mão, por exemplo, para levá-lo até a origem do som percebido.
A maneira de indicar o ruído pode variar em função da personalidade do cão, do dono e do meio. Durante o treinamento, o cão também deverá responder a exercícios de obediência, primeiramente formulados com a voz e depois por meio de gestos, pois os surdos têm, geralmente, como conseqüência da deficiência auditiva, dificuldades de comunicação falada. Uma vez instalado na casa do dono, o cão poderá aprender a identificar e sinalizar outros ruídos, como por exemplo, o apito da panela de pressão.
Nos Estados Unidos, alguns cães são treinados para identificar e responder ao alarme de um detector de fumaça ou ao sinal sonoro de um forno elétrico. É evidente que, durante os 3 ou 4 primeiros meses de formação, não se pode educar o cão para que reaja a todos os ruídos que ele é capaz de perceber, isto é, a aproximadamente 300 sons diferenciados, mas com os ensinamentos pode-se conseguir resultados excelentes.
Assista ao vídeo “Cães-guia, também para deficientes auditivos”, clicando na imagem abaixo para ser redirecionado à página correspondente.
Fonte: Dog’s Times
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quarta-feira, outubro 12, 2011
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terça-feira, 11 de outubro de 2011
II CIRCUITO DE ORIENTAÇÃO DE PRECISÃO "TODOS DIFERENTES, TODOS IGUAIS"
O Grupo Desportivo dos Quatro Caminhos, com a colaboração das Câmaras Municipais de Matosinhos, Porto e Vila do Conde, Junta de Freguesia da Senhora da Hora, Federação Portuguesa de Orientação e Federação Portuguesa de Desporto para as Pessoas com Deficiência leva a efeito o II Circuito de Orientação de Precisão “Todos Diferentes, Todos Iguais”.
Inscrições:
email: inscrever@gd4caminhos.com
móvel: 936264216
fixo: 229552641
Aviso:
- Para aceder ao local da concentração entrar pela entrada Norte do Parque da Cidade (Estrada da Circunvalação).
- Local da concentração Pavilhão da Água.
- Inicio do evento 10h00
Podem ver mais informações acedendo a este link:http://www.gd4caminhos.com/eventos/circuito/
Inscrições:
email: inscrever@gd4caminhos.com
móvel: 936264216
fixo: 229552641
Aviso:
- Para aceder ao local da concentração entrar pela entrada Norte do Parque da Cidade (Estrada da Circunvalação).
- Local da concentração Pavilhão da Água.
- Inicio do evento 10h00
Podem ver mais informações acedendo a este link:http://www.gd4caminhos.com/eventos/circuito/
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terça-feira, outubro 11, 2011
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O que é a Orientação de Precisão? - um Desporto para Todos
A Orientação de Precisão, também conhecida como Trail-O, é um desporto disponibilizado a pessoas com capacidades físicas muito diferentes, incluindo as que tenham limitações de mobilidade muito severas, competindo todas em igualdade de circunstâncias.

Os competidores deslocam-se ao longo de uma pista ou caminho marcado e estudam conjuntos de balizas de controle colocadas no terreno. Dispõem de um mapa muito pormenorizado e de descrições dos controles (sinalética). Com esta informação, têm de decidir qual das balizas corresponde ao elemento do mapa indicado pelo centro do círculo. São permitidas deslocações ao longo do caminho, mas não é autorizada a aproximação às balizas de controle no terreno.
As balizas são designadas pelas letras A a E, tal como se vêem da esquerda para a direita a partir de um ponto de decisão marcado no terreno, e o resultado é registado marcando o respectivo quadrado no cartão especial de controle.
Alguns controles têm tempo cronometrado para a tomada de decisão, o qual é registado nesse momento para desempate entre aqueles que tenham o mesmo número de respostas correctas.

Mais informação no sítio da Federação Portuguesa de Orientação:
Artigos sobre Orientação de Precisão no blog Orientovar:
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terça-feira, outubro 11, 2011
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