segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Easyjet condenada por impedir deficientes de viajar
A empresa aérea britânica Easyjet foi condenada por um tribunal francês a pagar uma multa de 70 mil euros por não ter deixado embarcar três passageiros em cadeira de rodas, tendo de pagar ainda a cada um deles uma indemnização de dois mil euros.
Segundo a BBC, os casos remontam a 2008 e 2009 e passaram-se no aeroporto Charles de Gaulle, em Paris.
A empresa alegou na altura motivos de segurança para impedir a entrada no avião dos passageiros deficientes. De acordo com a transportadora, por não estarem acompanhados não teriam ninguém que os auxiliasse numa eventual evacuação de emergência.
A empresa britânica negou ter actuado com «intenção discriminatória» e anunciou que vai recorrer da decisão.
Uma das queixosas salientou que quando fez a reserva assinalou que se encontrava em cadeira de rodas e que, depois de lhe ter sido negada a entrada no avião, a Eastyjet recusou ainda devolver-lhe o dinheiro do bilhete.
A BBC salienta que a empresa terá ainda de enfrentar um novo caso semelhante em Paris, que vai ser julgado em Março.
Fonte: TVI24
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Almofadas antiescaras Roho para motociclos
O NOVO AIRHAWK R é aqui! Esta almofada tem uma área de recorte que percorre o centro da almofada da frente para trás que permite o não contato:. Cóccix, próstata e do escroto a área de alívio cóccix tem cônico transição para maior conforto. O corte frontal não permite contato com o escroto, assim melhora a adaptação com a moto. Geometria da célula redesenhado melhora o fluxo de ar sob a rider: SEDE NO HOT .
Esta almofada foi concebido não só para o máximo de conforto, mas também aborda questões de prostatite, desconforto geral no sacro e cóccix.
Este e outros produtos de proteção para quem pode andar de motociclos, aqui.
Fonte: Roho
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Este e outros produtos de proteção para quem pode andar de motociclos, aqui.
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Nova mão artificial surpreende graças à simplicidade e à eficácia – e por não se parecer em nada com a humana
Nada como escapar do óbvio. Depois de passar décadas tentando replicar a anatomia humana na hora de conceber membros artificiais, pesquisadores da Universidade de Chicago (EUA) abandonaram velhos conceitos e criaram uma mão que surpreende graças à simplicidade e à eficácia – e por não se parecer nem um pouco com o equipamento original de fábrica. Baseada no princípio básico da sucção, ela é composta por uma bola revestida de borracha e recheada com pó de café, muito parecida com a de frescobol.
Após o contato com o objeto a ser manuseado, o ar entre os pequenos grãos é sugado até que a bola seja moldada de forma a aderir à maior parte possível da superfície. Como a potência da “pegada” é calculada automaticamente, a máquina consegue distinguir as diferentes forças com que deve segurar um ovo, um copo de vidro ou uma pesada chave de roda.
As mãos artificiais criadas até agora são formadas por dezenas de placas de material sintético. Elas são conectadas por juntas e fios, que tentam simular o que a natureza demorou milhões de anos para aperfeiçoar: nossos dedos. Administrar todas essas conexões é uma tarefa que requer computadores poderosos e interfaces delicadas, como as que ligam os equipamentos aos cérebros de amputados, por exemplo. “Dedos funcionam perfeitamente para os humanos, mas podem ser desajeitados demais quando operados por uma máquina”, disse o pesquisador americano Eric Brown ao apresentar seu invento na edição mais recente da publicação especializada “PNAS”. Além do uso em humanos, a nova mão artificial pode ser instalada em todo tipo de robô.
De certa forma, o invento quebra um dos maiores mitos da evolução de nossa espécie. Afinal, uma das diferenças fundamentais entre os humanos e os outros primatas é o nosso célebre polegar opositor. Sem ele, não seríamos capazes de operar as ferramentas usadas para erguer a primeira casa ou fazer a primeira roda girar, por exemplo. Agora, ao pensarmos fora da caixa, conseguimos dar um passo além do ponto em que a natureza nos deixou. Que venham os próximos.
Fonte: Isto É
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sábado, 14 de janeiro de 2012
Workshop Selecção do livro infantil adequado às diferentes etapas do desenvolvimento
28 JANEIRO 2012
(INSCRIÇÕES ATÉ DIA 20 DE JANEIRO
TÊM REDUÇÃO DO VALOR)
SELECÇÃO DO LIVRO INFANTIL ASSOCIADO ÀS DIFERENTES ETAPAS DO DESENVOLVIMENTO
Formador
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Mestre Ana Mourato - Doutoranda em Psicologia da Educação | Mestre Educação e Leitura | Psicóloga Educacional | Pós-graduação Livro Infantil | Coordenadora do Projecto Ouvir o Falar das Letras |
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Destinatários
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Público em geral
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Número minimo
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15
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Número máximo
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25
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Duração
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6 H
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Horário
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9h30m – Credenciação | 9h45m – Início | 11h15m – Pausa para coffee-break | 13h00 às 14h30 – Pausa para almoço | 16h00m – Pausa para coffee-break | 17h45m – Fim |
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Local
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Instituto Português de Juventude - Rua de Moscavide, Lote 47101 - Parque das Nações | Sala: Formação 2
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Acessos
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Autocarros (25, 44, 705, 708, 759, 782, 208), Comboios ( Estação de Moscavide e Estação do Oriente), Metro (Estação Oriente), Veículo próprio (Estacionamento em redor);
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Investimento
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Inscrições até dia 20 Janeiro 2012 - INVESTIMENTO: 35€ + 8.05€ iva = Total do investimento: 43.05€ | Inscrições após dia 20 Janeiro 2012 - INVESTIMENTO: 50€ + 11.50€ iva= Total do Investimento: 61.50€
Contacto para informações: ins.gc@hotmail.
Inscrições: http://www. |
Ana Mourato
Doutoranda em Psicologia da Educação/ Mestre em Educação e Leitura/Psicóloga Educacional
Coordenadora do Projecto Ouvir o Falar das Letras
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sábado, janeiro 14, 2012
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CARTAXO - UNIDADE DE APOIO A CRIANÇAS COM PERTURBAÇÕES DO ESPECTRO DO AUTISMO INAUGURADA NO CARTAXO
Por Paulo Varanda
O espaço funciona como recurso pedagógico especializado e pretende dar resposta às necessidades das famílias de todo o concelho
O concelho do Cartaxo conta com uma nova Unidade de Ensino Estruturado para a Educação de Alunos com Perturbações do Espectro do Autismo, inaugurada no dia 3 de Janeiro, na Escola Básica do 1.º Ciclo N.º 1 do Cartaxo.
Esta unidade oferece uma resposta educativa especializada, não constituindo mais uma turma da escola, dado que todos os alunos que irão beneficiar deste apoio frequentam uma turma de referência, usufruindo da Unidade de Ensino Estruturado enquanto recurso pedagógico especializado.
Paulo Varanda, presidente da Câmara Municipal do Cartaxo, caracterizou o processo que conduziu à criação desta Unidade de Ensino Estruturado como uma “caminhada difícil”, mas a qual permitiu dar grandes frutos, colocando à disposição das famílias de todo o concelho – e ainda dos concelhos vizinhos – um apoio especializado.
“A criação deste espaço orgulha-nos e, nos tempos difíceis que atravessamos, é um sinal de que nós conseguimos fazer mais e melhor, numa área considerada por nós como uma das grandes prioridades”, afirmou Paulo Varanda, que agradeceu publicamente a todos quantos se envolveram neste projecto, assim como àqueles que mostraram sensibilidade a respeito da necessidade da criação desta Unidade no concelho.
“É gratificante ver que está tudo apto a funcionar, que temos pessoas com um espírito de entrega muito grande e que, sobretudo, existe vontade de continuar a servir a comunidade, reforçando as condições que permitem constituir núcleos familiares mais sólidos, desenvolvidos e equilibrados”, acrescentou o presidente do Município.
Jorge Tavares, director do Agrupamento Escolar Marcelino Mesquita – do qual faz parte a Escola Básica que acolhe esta nova Unidade –, considerou que inaugurar este espaço educativo no primeiro dia de aulas de 2012 “é um bom augúrio”. O director está convicto de que esta unidade será um sucesso, porque existe “crença na esperança e uma grande disposição para partilhar dificuldades”.
Esta Unidade de Ensino Estruturado para a Educação de Alunos com Perturbações do Espectro do Autismo junta-se agora a uma outra já existente no Agrupamento Marcelino Mesquita, a funcionar desde 2007 e destinada ao apoio de alunos com multideficiência.
A nova Unidade de Ensino Estruturado tem como objectivos principais criar ambientes securizantes com áreas bem definidas, proporcionar um espaço adequado à sensibilidade sensorial, informar clara e objectivamente com apoio em suportes visuais a sequência das rotinas e promover situações de ensino individualizado direccionadas para o desenvolvimento da comunicação, interacção e autonomia.
Além dos dois docentes de Educação Especial e dos dois assistentes operacionais, a Unidade proporciona também apoios especializados através de um terapeuta da fala, de um terapeuta operacional, de uma psicóloga, de um fisioterapeuta, de um docente para hidroterapia, de um docente para iniciação à aprendizagem da música e de uma técnica de Educação Especial e Reabilitação e Psicoterapeuta.
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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Plano de Acção para a Integração das Pessoas com Deficiências ou Incapacidade - Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância (SNIPI)...
«Despacho n.º 405/2012 [Diário da República, 2.ª Série — N.º 10 — 13 de Janeiro de 2012]
O Decreto-Lei n.º 281/2009, de 6 de Outubro, na sequência dos princípios consignados na convenção das Nações Unidas dos Direitos da Criança e no âmbito do Plano de Acção para a Integração das Pessoas com Deficiências ou Incapacidade 2006-2009, criou o Sistema Nacional de Intervenção Precoce na Infância, adiante designado por SNIPI.
De acordo com o disposto no artigo 1.º do citado diploma legal, o SNIPI consiste num conjunto organizado de entidades institucionais e de natureza familiar, com vista a garantir condições de desenvolvimento das crianças com funções ou estruturas do corpo que limitam o crescimento pessoal, social e a sua participação nas actividades típicas para a idade, bem como das crianças com risco grave de atraso no desenvolvimento, e funciona por articulação das estruturas representativas dos Ministérios da Saúde, da Educação e Ciência e da Solidariedade e da Segurança Social.
Considerando que, nos termos do disposto no artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 281/2009, de 6 de Outubro, é criada uma comissão de coordenação do SNIPI, adiante designada por comissão, atendendo a que a maioria dos seus membros actualmente se encontram impedidos, importa proceder à sua constituição e definir as regras do seu funcionamento.
Assim, determinam os Ministros da Saúde, da Educação e Ciência e da Solidariedade e da Segurança Social, o seguinte:
1 — A comissão é constituída pelos seguintes elementos:
1.1 — Dois representantes do Ministério da Saúde:
a) Licenciado José Eduardo Lopes Boavida;
b) Licenciada Bárbara Menezes;
1.2 — Dois representantes do Ministério da Educação e Ciência:
a) Licenciada Carla Sofia Sobrinho Lourenço Sampaio;
b) Licenciada Maria Filomena Fernandes Costa Pereira;
1.3 — Dois representantes do Ministério da Solidariedade e da Segurança Social:
a) Licenciada Mariana Ribeiro dos Santos Ribeiro Ferreira da Costa Cabral, que preside a mesma;
b) Licenciada Maria de São José Marques Lopes Silva Amaral.
2 — O mandato dos representantes que integram a comissão tem a duração de dois anos, renovável por iguais períodos, sem prejuízo das entidades representadas poderem, a todo o tempo, proceder à sua substituição quando se verifiquem situações de impedimento prolongado ou definitivo.
3 — Ao presidente da comissão compete, designadamente:
3.1 — Dirigir a comissão;
3.2 — Convocar e dirigir as reuniões;
3.3 — Assegurar o encaminhamento das deliberações/decisões da mesma;
3.4 — Elaborar o plano anual e relatório anual de actividade, previstos nas alíneas e) e i) do n.º 2 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 281/2009, de 6 de Outubro, e submetê-los à apreciação e aprovação da comissão.
4 — O presidente designa, de entre os restantes membros, quem o substituirá nas suas ausências e impedimentos.
5 — A comissão poderá integrar, em cada momento, por convite do seu presidente, personalidades de reconhecido mérito no âmbito da intervenção precoce e ou organizações para o sucesso do sistema a implementar.
6 — A comissão funcionará nas instalações do Instituto da Segurança Social, I. P., que assegurará o apoio técnico e administrativo.
7 — O presente despacho produz efeitos no dia seguinte ao da data da sua publicação.
30 de Dezembro de 2011. — O Ministro da Saúde, Paulo José de Ribeiro Moita de Macedo. — O Ministro da Educação e Ciência, Nuno Paulo de Sousa Arrobas Crato. — O Ministro da Solidariedade e da Segurança Social, Luís Pedro Russo da Mota Soares.».
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sexta-feira, janeiro 13, 2012
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Taxas moderadoras: utentes com isenções até final de 2013 Autoridade Central do Sistema de Saúde alargou prazo
Segundo a Autoridade Central do Sistema de Saúde (ACSS), até 31 de Dezembro, os atestados que conferem isenção têm de ser substituídos pelos novos atestados médicos de incapacidade multiuso, como noticia a agência Lusa.
Segundo uma nota da ACSS, «sempre que seja ultrapassado o prazo legal para a realização de junta médica cuja avaliação da incapacidade resulte superior ou igual a 60%, o utente tem o direito de reembolso do montante pago em taxas moderadoras entre a data do prazo legal referido e a data da junta médica».
«O reembolso previsto (¿) processa-se pelos serviços financeiros das administrações regionais de saúde mediante a apresentação pelo utente de recibos de pagamento de taxas moderadoras, comprovativo de requerimento de avaliação de incapacidade e atestado médico de incapacidade multiuso», esclarece.
Segundo as novas regras de isenção das taxas moderadoras, os utentes com grau de incapacidade igual ou superior a 60 por cento terão que apresentar em cada ano civil junto dos seus serviços de saúde um atestado médico de incapacidade multiuso para poderem ficar isentos.
As novas regras fizeram com que a renovação isenção deixasse de ser apenas feita nos serviços de saúde, obrigando agora a um atestado (multiusos) que é passado por uma junta médica.
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sexta-feira, janeiro 13, 2012
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