domingo, 26 de fevereiro de 2012

LOKOMAT - Treino de marcha suspensa robotizada em pacientes com lesão vertebro-medular incompleta


Um estudo de Catarina Maria Pais Mendes, sobre o LOKOMAT - Treino de marcha suspensa robotizada em pacientes com lesão vertebro-medular incompleta.

Conheçam-no aqui

Kia Soul - Veiculo adaptado conduzido através da cadeira de rodas


A Kivi é um fabricante de equipamentos de auxilio de condução para o transporte de pessoas com deficiência.

Todos os nossos equipamentos e ajudas de condução para o transporte são feitos "sob encomenda".
 Nossos produtos há mais de 10 anos que são construídos usando técnicas tradicionais e são, portanto, perfeitamente adaptáveis no cockpit dos carros em que eles estão instalados.

Nosso compromisso é com vista a encontrar soluções para orientar e transporte de deficientes, tais como:  Handcontrols - ajudas para facilitar o acesso ao veículo - ajudas para facilitar o carregamento da cadeira de rodas - Soluções de Transporte

A autonomia é um fator importante que contribui para elevar a qualidade de vida de todos. Somos especializados na adaptação e na preparação de dois carros, a Kia Carnival e Kia Soul conduzido diretamente de sua cadeira de rodas.

Todos os nossos produtos, distribuídos nos países da CEE e não da CEE, têm a Certificação ISO 9001:2008 e são aprovados pelo Ministério dos Transportes italiano e autoridades governamentais em muitos países europeus, como o Ministério dos Transportes espanhol, eMotability no Reino Unido.

A Kivi é também um parceiro ativo do programa para a mobilidade AUTONOMIA da FIAT GROUP.

Fonte e informação completa: Kivi
Quem comercializa o veículo em Portugal: VTE - Veiculos e Transformações Especiais

Enviado por Henrique Avó

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Ginasta cega esconde deficiência durante competição


"A maioria das pessoas não sabe que sou diferente", diz Lola

Sempre que Lola Walters salta entre as barras paralelas é mais uma ginasta entre muitas. Mas esta norte-americana de 13 anos precisa de se concentrar mais do que todas. Apesar de conseguir ver, Lola é legalmente cega. Mas isso não a impede de competir em provas. E de ser avaliada como todas as outras pelo júri, que não dá pela sua limitação. Foi o que aconteceu na competição American Gymnastics Academy Long Beach Open, este mês – os júris não sabiam que Lola é cega. 

“A maioria das pessoas que compete comigo não sabe que sou diferente delas”, disse Lola citada pelo jornal Daily Mail. “Mas no que me diz respeito pode continuar assim. Se eles não souberem, não precisam de me avaliar de maneira diferente”. 

A ginasta sofre de nistagmo, uma perturbação ocular que provoca a oscilação involuntária dos olhos, o que leva a que veja a dobrar.

“O trabalho no chão não é muito diferente para mim”, disse Lola. “Mas com a trave – que tem 10 centímetros de largura – que já é difícil para andar, quando dou saltos e começo a ver duas traves em vez da que está lá tenho de me equilibrar bem e de estar realmente concentrada”, explica.

Quem sofre de nistagmo consegue ver, mas é considerado cego em termos legais.
“Não gosto do termo ‘legalmente cega’ apesar de ela ser considerada assim. Penso que é depreciativo”, justifica a sua mãe, Beth. “Ela consegue ver. O problema é que tudo o que está à frente dela move-se e ela não consegue ter a percepção das distâncias ou a sua definição”, completa. 

Para contornar as dificuldades, Lola usa mais as percepções que obtém através do contacto dos pés e das mãos nas superfícies. E é isso que faz na barra.

“Já estou bastante habituada. Sei onde está e a partir de que distância tenho de saltar para chegar lá”, diz.
Fonte : Sábado

Barreras En Las Ciudades

Investigadora portuguesa cria fato biónico e robot nos EUA


Marta Ferraz sempre teve a «mania» das invenções e das ideias. Assim que teve oportunidade, esta investigadora de 29 anos rumou aos EUA, levando na bagagem um fato biónico, um robot e uma nave espacial. Hoje, com 29 anos, já tem uma parceria com uma empresa na Califórnia na área da Neurologia e é assediada por algumas companhias norte-americanas ligadas ao desenvolvimento e comercialização de hightech.  


Imagine-se uma ou várias crianças nos EUA, a correr com o seu robot numa aventura pelo Coliseu de Roma, embora fisicamente no recreio da escola, e em tempo real partilhando essa mesma performance com outra crianca/crianças em Portugal. Não se teleportam, mas é quase como se fosse...e em breve pode vir a concretizar-se, garante a investigadora.

Neste século XXI, onde a maior parte das crianças do mundo ocidental já teve contacto ou possui um ou mais dispositivos electrónico, os quais as grandes marcas não páram de desenvolver e recriar em novas versões mais evoluídas, Marta Ferraz propõe-se trazer uma nova abordagem.

Tendo em conta estudos científicos da última década, verifica-se que nem sempre os aspectos do  desenvolvimento infantil são favorecidos aquando da utilização de vídeo-consolas portáteis, computadores pessoais ou mesmo sistemas televisivos, explica. Além disso, o estilo de vida sedentário causado por este tipo de interacções digitais durante muito tempo pode causar níveis elevados de obesidade infantil, bem como patologias como a epilepsia, deficiências no controlo postural e hiperactividade.

«Por isso, desafiei-me a criar um novo conceito de dispositivos tecnológicos móveis», conta. Os The BioBits&Kids tools, cuja start´up está a criar nos EUA (a  BioBits&Kids) implicam uma «nova filosofia de desenvolvimento infantil, conjugando o mundo físico e o mundo virtual em diferentes ambientes fisicos, o que torna  as anteriores soluções tecnológicas obsoletas», acrescenta.

Assim nasceram e se desenvolveram este fato biónico (The Albert Gravimente Suit), robot (The Cratus Robot) e nave espacial, que além de uma função lúdica, têm aplicações terapêuticas como por exemplo em hospitais, centros de fisioterapia,  ajuda com patologias de locomoção e programas de saúde. Mas, sobretudo, foram criados para serem integrados em escolas, parques infantis e, mesmo, para serem usados no jardim de casa,  de forma a optimizarem o desenvolvimento da criança nos domínios cognitivo, motor, fisiológico, social e virtual.

Estas invenções permitem uma conjugação entre as suas características electromecânicas e o corpo da criança - parte motora, fisiológica, sensorial e perceptiva, conectada a uma rede global a que denominou de World Embodied Interlace. Os dispositivos estão inseridos nas áreas da robótica e das novas tecnologias cyborg,  resultado da extensão do domínio perceptivo e sensorial da criança, da ligação dos sinais fisiológicos a um software e a um estímulo a diferentes acções motoras em conexão com os dispositivos e ambientes fisicos reais.



Em termos práticos,  com o fato biónico, por exemplo, a criança dispõe de um écran virtual na área ocular que lhe permite realizar tarefas visuais  perceptivas aumentadas, correr com um robot no parque perto de casa, ao mesmo tempo que sensores lhe medem a frequência cardíaca para controlar o ambiente virtual.

 Os dispositivos criados permitem a partilha entre crianças, negando o conceito da necessidade da individualização de dispositivos e promovendo o factor social face-a-face, explica a cientista.

E a socialização não é necessariamente apenas com o vizinho do lado, mas também em diferentes partes do planeta: a mesma brincadeira pode ser partilhada em tempo real entre crianças em países diferentes.

Através destes projectos, «basicamente pretendemos explorar a relação entre as várias fases do desenvolvimento infantil e a utilização de novas ferramentas tecnológicas,  no que se refere à evolução de um corpo interconectado: o corpo motor, fisiológico, cognitivo, social e virtual», afirma Marta Ferraz. «Constatámos já forte motivação e aumento dos niveis de dispêndio energético, conribuindo para estados positivos de aprendizagem e saúde nas crianças», refere.

Além disso, também respeitam o conceito de sustentabilidade ecológica, sendo recarregados através de energia solar e mecânica, cativando as reflexões das crianças para esta temática, explica.

Marta foi para os Estados Unidos concretizar as ideias e os protótipos que já criara em Portugal. Candidatou-se ao programa de doutoramento em Medias Digitais do programa UT-Austin Portugal a convite do professor António Câmara (presidente da Ydreams e professor na Universidade Nova), e ganhou uma bolsa internacional. «Fiz uma visita a Austin, Texas, em Setembro de 2010 durante 15 dias e pode dizer-se que o grau de sedução foi elevado», conta. A UT Austin (University of Texas at Austin) é uma das melhores universidades do mundo e está a crescer a grande velocidade. Fiquei estupefacta com as condições e a quantidade de bibliotecas! 17!  Que incluem as mais variadas temáticas de estudo. No meu caso a preço zero», diz.



Impressionada com a qualidade e dinâmica de conferências e formação a que teria acesso, não pensou duas vezes quando os seus dois actuais mentores, Craig Watkins, do departamento de Radio-television-film, e Paul Resta, do College of Education, a convidaram a ficar. «Houve muita curiosidade em relação ao meu projecto e tive uma recepção extraordinariamente positiva», agora alargada também ao professor Yacov Sharir do departamento Teathre and Dance. A decisão está a render frutos.

Tem uma parceria com uma empresa na Califórnia na área da Neurologia, com a qual trabalha no desenvolvimento e validação de instrumentos de medição neurológicos para crianças em situações de elevada mobilidade, e com está a elaborar publicações científicas pioneiras na área. Os dispositivos tecnológicos que criou estão na fase de implementação em sociedade com empresas norte-americanas  que nao podem ser reveladas no momento, e existe também interesse da UT Austin em desenvolver o projecto para uma fase mais avançaada. «A ideia é a de que, por exemplo, possamos ver  crianças no dia-a- dia a brincar com robots na rua, muito em breve», refere. 

«O facto de poder trabalhar com crianças com uma cultura diferente também me motivou a ficar. Gosto de viver experiências diferentes e esta é uma grande oportunidade para o desenvolvimento do meu trabalho, dadas as condições que o pais apresenta. Gosto imenso de Portugal, mas não desperdiço um novo terreno e também vejo o meu trabalho como sendo universal. O conceito de fronteiras não se me aplica», afirma. Mostra-se, no entanto, muito reconhecida a quem a ajudou em Portugal.

«Tive muito apoio nas fases iniciais da minha formação da Faculdade de Motricidade Humana. Foi lá que construí a base essencial da minha formação quando realizei o mestrado em Desenvolvimento da Criança. Tive o o apoio de vários mentores, o que foi fundamental para mim e para o meu crescimento enquanto profissional. O meu orientador actual, professor António Câmara, possibilitou em conjunto com a Fundação para a Ciência e Tecnologia o acesso à  bolsa de doutoramento».

Com  uma licenciatura em Educação Física, Marta Ferraz fez uma pós-graduação em Exercício e Saúde e um mestrado em Desenvolvimento da Criança, além de ser auto-ditacta nos várias outras áreas do conhecimento: desenvolvimento tecnológico, mecânica, electrónica, artes, ecologia, entre outras. «Gosto de conjugar os meus conhecimentos de forma a desenhar o futuro», afirma. «

E o facto de sermos versáteis e imaginativos torna-nos mais capazes numa sociedade altamente competitiva. Gosto de procurar aquilo que me desperta curiosidade e me faz ir mais além», salienta.

Diario Digital

Perguntas Frequentes - Intervenção Precoce


1 - Fui informado pelo médico que meu filho tem uma deficiência e/ou incapacidade, a quem posso pedir ajuda?
Nestes caso em que são os serviços de saúde a detectarem os problemas que afectam o seu filho, a iniciativa de accionar um processo de intervenção precoce deve partir deles, mediante encaminhamento da família para consultas e outros serviços especializados em desenvolvimento.
2 - Eu suspeito que o meu filho tem um atraso no desenvolvimento, a quem posso recorrer para saber se está tudo bem?
Pode dirigir-se quer aos serviços de Saúde, de Educação ou de Segurança Social, da sua zona de residência, uma vez que funcionam de forma articulada, pelo que, se existir no concelho da sua residência um serviço de Intervenção Precoce na Infância, qualquer deles pode orientá-lo para a respectiva equipa local, com vista à avaliação da criança e se necessário, a implementação de acções que previnam ou reduzam os riscos de atraso no seu desenvolvimento.
3 - Mas em que serviços concretamente?
Poderá esclarecer as suas dúvidas junto de:
  • Médico que acompanhe o seu filho;
  • Educadora da creche ou do jardim-de-infância;
  • Serviço da Segurança Social;
  • Escola de ensino básico onde deve perguntar pelo Agrupamento de Escola de Referência para a Intervenção Precoce na Infância, mais perto da sua residência.
4 - Onde é que funcionam as equipas de intervenção precoce?
Normalmente as equipas de intervenção directa que operam ao nível local, actuam numa base concelhia, podendo no entanto, quando tal se justifique, englobar vários concelhos ou serem definidas por referência a freguesias.
5 - Onde é que estão localizadas?
As equipas de intervenção precoce devem dispor de instalações sedeadas em serviços locais, nomeadamente, da Saúde, da Educação, da Acção Social, das Autarquias, das Instituições e Cooperativas de Solidariedade Social.
6 - Em que situações as crianças e as respectivas famílias podem ser apoiadas pelo SNIPI?
Podem ser apoiadas, nas seguintes situações:
  • Existir risco de a criança vir a apresentar alterações ou apresentar alterações nas funções ou estruturas do corpo que limitem o seu normal desenvolvimento e a sua participação nas actividades típicas para a idade e o contexto social.
  • Existir uma situação de risco grave de atraso de desenvolvimento da criança, face às condições biológicas, psicoafectivas ou ambientais, susceptíveis de implicarem uma alta probabilidade de atraso relevante no seu desenvolvimento.
7 - Este serviço abrange crianças entre que idades?
A intervenção precoce destina-se a crianças com idades compreendidas entre o 0 e os 6 anos de idade.
8 - Quais são os profissionais que prestam apoio na Intervenção Precoce?
Esse apoio é prestado por profissionais de formação diversificada, designados pelos serviços da saúde, da educação e da acção social, formando deste modo, uma equipa multidisciplinar composta, entre outros profissionais da área do desenvolvimento da criança, por médicos, enfermeiros, terapeutas, psicólogos, educadores de infância, professores e técnicos de serviço social.
9 - O que é, afinal, a Intervenção Precoce na Infância?
É o conjunto de medidas de apoio integrado centrado na criança e na família, incluindo acções de natureza preventiva e reabilitativa, no âmbito da educação, da saúde e da acção social, de forma a prevenir o aparecimento ou agravamento dos problemas da criança e reforçar as competências familiares, para que de forma mais autónoma consiga lidar com a problemática da criança.
10 - O que é que posso esperar do serviço de Intervenção Precoce na Infância?
  • Após a avaliação das necessidades da criança e da família, a equipa de intervenção precoce define no Plano Individual de Intervenção (PII), também conhecido por PIAF (Plano Individualizado de Apoio à Família), onde ficam registadas as estratégias e metas a tingir, bem como, o papel que cada um dos intervenientes, sejam profissionais familiares, ou outras pessoas que fazem parte da rotina da criança, vão ter na intervenção.
  • Os profissionais que prestam atendimento à criança pretendem que a intervenção seja a mais adequada às suas necessidades e potencial de desenvolvimento, sendo igualmente sensíveis às preocupações e expectativas da respectiva família, solicitando a sua colaboração em todas as decisões que venham a ser tomadas no processo de intervenção, logo não hesite em colocar as suas dúvidas e expor a sua opinião.
11 - O meu filho está em casa comigo, como poderei aceder aos serviços de IPI?
Embora, estes serviços estejam normalmente implantados ao nível concelhio, os técnicos podem deslocar-se ao local onde o seu filho se encontra, seja ao domicílio, ama, creche ou jardim-de-infância.
Os serviços de IPI têm instalações próprias, onde as famílias também se podem deslocar.
Esta é uma questão que deverá ser acordada com a equipa de IPI, atendendo à situação da criança e disponibilidade dos técnicos e da família.
12 - Existem equipas de intervenção precoce em todos os locais do país?
Existe uma vasta rede de serviços de Intervenção Precoce, nas várias regiões do país, mas ainda não cobre todos os locais.
13 - Todos os serviços de intervenção precoce funcionam da mesma maneira?
Não. Podem coexistir modelos diferentes de prestar o serviço de IPI, nas várias regiões do país.
14 - Não concordo com o apoio que está a ser prestado ao meu filho, a quem posso recorrer?
Caso exista algum aspecto da intervenção com o qual não concorde, deve começar por falar com a pessoa responsável pelo respectivo serviço de intervenção precoce, se não obtiver resposta poderá recorrer à Equipa de Coordenação Distrital ou de Coordenação Regional, com competências de supervisão.
15 - O meu filho frequenta o jardim-de-infância, como vai ser quando entrar para o 1º ano?
Se o seu filho frequenta a educação pré-escolar e está prestes a ingressar no ensino básico é feita a transição das medidas previstas no Plano Individual de Intervenção para o Programa Educativo Individual (PEI), documento que atendendo às necessidades educativas especiais da criança, fixa e fundamenta as respostas educativas especiais e respectivas formas de avaliação.
16- O que devo fazer?
Deve dar conhecimento à escola ou agrupamento de escolas, das limitações ou incapacidades da criança, juntando toda a documentação considerada relevante para o processo de avaliação.
Também os serviços de intervenção precoce ou outros técnicos ou serviços que intervêm com a criança, podem dar conhecimento à escola da sua situação.
Legislação aplicável:

Perguntas Frequentes - Habitação Social


1- Posso candidatar-me a habitação social? Em que condições?
Sim, dentro do prazo fixado no aviso de abertura de concurso que será publicado nos jornais de maior circulação e nas seguintes condições:
  1. Falta de habitação ou condições de habitabilidade da residência actual;
  2. Situação do agregado familiar de acordo com tempo de constituição da família, grupo etário, filhos e ascendentes residentes;
  3. Rendimento mensal por cabeça do agregado familiar;
  4. Localização do emprego;
  5. Situações especiais, nomeadamente de saúde ou deficiência física ou mental.
2- O que devo fazer para me candidatar?
Dirigir-se ao serviço da Câmara Municipal do local da sua residência, preencher o boletim de inscrição e questionário, anexar as declarações e certidões autenticadas, nomeadamente do vencimento e rendimento do agregado familiar bem como certidão do delegado de saúde do Centro de Saúde da área de residência atestando o tipo e grau de deficiência e enviar toda a documentação pelo correio, por carta registada e com aviso de recepção.
3-. Tenho preferência na atribuição da habitação social?
Sim, em caso de igualdade nas condições de acesso.
4- Que legislação devo consultar?
Deverá consultar a seguinte legislação:
Decreto-Regulamentar nº50/77, de 11 de Agosto (Perguntas 1. a 3.).