sábado, 24 de março de 2012

Cães treinados prestam assistência à pessoas com deficiência física


Quando falamos de cães guia, sempre nos vem a cabeça cães para deficientes visuais, e esquecemos outras deficiências, até por uma questão histórico cultural nos esquecemos, como auditiva, locomoção, etc.Quando entramos no Google e buscamos "cães para deficientes" não encontramos nenhuma referência, simplesmente parece que não é percebido, Apesar dos pouquíssimos resultados encontramos algumas citação para cães guia para deficientes visuais, dizem que temos no Brasil 60 cães aptos e 1,4 milhão de deficientes visuais, vamos imaginar agora se colocarmos junto outras deficiências.A história da acessibilidade já é conhecida e toda a sua dificuldade cultural e moral, nossos cães treinados podem em muitos casos ser muito úteis a uma melhor qualidade de vida.
Vamos conhecer a História do Byron um labrador (Inglês) que ajuda uma deficiente a obter a liberdade e até poder viver sem ter que pedir a ninguém ou o menos possível coisas do seu dia a dia. Byron é proveniente de uma organização que treina e da assistência a cães destinados a ajudarem deficientes de locomoção. Conheça o projeto Canine Partners
Kate foi acometida de uma doença grave degenerativa que a impede de exercer as funções do dia a dia, dai é onde Byron auxilia Kate nestas realizações, deixando-a muito mais ágil em seu dia a dia. Kate acrescenta: "Byron sabe mais do que 100 comandos diferentes, e pode fazer praticamente qualquer coisa que eu pedir." No supermercado, eu paro minha cadeira perto do item que eu quero, e ele segue a minha linha dos olhos que leva ao item na prateleira, e na maioria das vezes nas prateleiras baixas é possível alcançar. "É como uma ajuda para mim, pequenas coisas como curvar e agarrar as coisas que são realmente difíceis para mim. Byron descarrega minhas compras na esteira até a minha carteira entrega à assistentes de caixa. Ele pode fazer coisas incríveis. Eu pego o meu cartão do banco e ele até o coloca no caixa eletrônico, pega o dinheiro quando ele sai, e passa para mim - tudo o que tenho a fazer é colocar o meu número de senha”. Ele pode alcançar e pressionar os botões de passagem de pedestres com seu nariz, e pega qualquer coisa que cair no chão. Enfim são muitas coisas que Byron ajuda Kate em seu dia a dia, na casa, na sua organização e afazeres da vida, incluindo chamar socorro se necessário.
Fonte: petescadas

sexta-feira, 23 de março de 2012

Escola Alerta!” 2011 / 2012 (9ª edição)


Logotipo do Concurso

NOVIDADES "ESCOLA ALERTA!" (31/01/2012) 
Ao abrigo do nº8, do Artigo 10.º do Regulamento do Concurso "Escola Alerta!" 2011/2012, o Júri Nacionaldefiniu os Critérios e a Grelha a utilizar na avaliação dos trabalhos, documentos que agora são tornados públicos.
No sentido de apoiar as Escolas na elaboração da Memória Descritiva que deve acompanhar cada Trabalho (nº 1 do Artigo 9.º do Regulamento), o Júri Nacional elaborou um documento que denominou "Formulário de Apoio à Elaboração da Memória Descritiva" e que agora é tornado público. A apresentação deste documento, embora não seja obrigatória, é recomendável por questões de acessibilidade e de normalização da informação de suporte à avaliação por parte do Júri.
Aviso de Lançamento (27/10/2011)
Está aberto o Concurso "Escola Alerta!"  2011/2012.
Participe e concorra ao "Escola Alerta!" 2011/2012 contribuindo deste modo para a construção de uma sociedade para todos, através da promoção da igualdade de oportunidades, dos direitos humanos, em particular os direitos das pessoas com deficiência.
Para saber mais sobre os objectivos gerais deste projecto, consulta o  Menu "Escola Alerta!". Para conhecer os princípios que orientam e estruturam a sua 9.ª edição bem como as alterações que foram feitas a este concurso, recomenda-se a leitura da Nota explicativa e do Regulamento 2011/2012, que se encontram disponíveis para descarregar. Para participar neste concurso, cada um dos estabelecimentos de ensino deve preencher  a Ficha de identificação da escola e trabalhos realizados a qual, junto com os trabalhos selecionados pelas Escolas, deverá ser entregue, em mão no INR, I.P., das 9h00 às 18h00, ou via correio registado, para o seguinte endereço:
Concurso "Escola Alerta!"
Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P.
Av. Conde de Valbom, 63
1069-178 Lisboa
A entrega em mão deverá ser feita até ao dia 22 de Abril de 2012 e o envio por correio terá de ter carimbo postal até este dia.

Sistema de Anel Magnético. A diferença entre ouvir sons ou se incomodar com barulhos.


Hoje em dia muitos edifícios em todo o mundo já dispõem do sistema de Anel Magnético que consiste na instalação de um anel de indução magnética para facilitar as condições de escuta a pessoas com dificuldades auditivas, utilizadoras de aparelhos auditivos. Também é conhecido como Aro de Indução Magnética ou Hearing Loop em inglês.
O símbolo internacional da surdez é normalmente exibido para indicar a presença de um sistema de anel magnético. Antes de comprar um bilhete, lembre-se de pedir um lugar que esteja abrangido pelo sistema de Anel Magnético
Porquê a instalação de um anel magnético?
O sistema de Anel Magnético representa mais um passo no aumento da inclusão social, oferecendo às pessoas com dificuldades auditivas as mesmas oportunidades das pessoas com uma audição normal.
Os desafios que os utilizadores de aparelhos auditivos enfrentam em espaços públicos são muitos. Compreender palestras em centros de convenções, ouvir uma performance ou peça de teatro numa sala de espetáculos ou ouvir um alto-falante num local público são apenas alguns exemplos onde utilizadores de aparelhos auditivos ainda experimentam dificuldades.
A presença de ruído de fundo, a reverberação do local e a distância entre o ouvinte e a fonte sonora são os principais fatores que contribuem para a redução da capacidade de ouvir música e voz com clareza.
Através da bobina magnética do aparelho auditivo (Posição T), o sistema de Anel Magnético capta o som na fonte através da cabine e transmite-o diretamente para os aparelhos auditivos dos espectadores, oferecendo um som nítido e sem distorções.
O sistema de Anel Magnético funciona com aparelhos auditivos retroauriculares, equipados com bobina magnética e colocados na posição T (ver instruções mais em baixo). Quando o interruptor está na Posição T, os microfones do aparelho auditivo ficam desligados e o utilizador só ouve o som transmitido pelo sistema de Anel Magnético (ou outra fonte emissora).
(1) Entrada de audio, a partir de uma fonte, como um microfone dedicado a alimentar um sinal para o amplificador.(2) Indutor Magnético: o amplificador controla uma corrente transmitida para os aros.(3) Aro de indução. A corrente flui através do cabo criando um campo magnético nesse espaço (4) com ondas de amplicação sonora uniformes e livres dos ruídos ambientes. (5)Dentro dos aparelhos e implantes existe uma pequena espiral conhecida como Telebobina que capta o sinal do campo magnético (6), que é  amplificado em um sinal de alta qualidade enviado diretamente ao ouvido do usuário de próteses auditivas.
Quem pode utilizar? Como ativar?
O sistema de Anel Magnético pode ser utilizado por utilizadores de aparelhos auditivos retroauriculares com bobina magnética (Posição T ou Telecoil), sem necessidade de recurso a nenhum acessório adicional.
A bobina magnética é um componente disponível na maioria dos aparelhos auditivos do mercado, devendo ser solicitada a inclusão e ativação pelo seu audiologista.
Se o seu aparelho auditivo dispõe de bobina magnética (posição T) deverá seguir as instruções da imagem, premindo o botão de mudança de programa para a posição T.
Se o seu aparelho não dispõe de bobina magnética, ou se tem problemas de audição mas ainda não utiliza aparelho auditivo retroauricular, poderá solicitar um dos dispositivos de apoio à Escuta sem fios, disponíveis na bilheteira.
Fonte: Inatel

Associação de Paralisia Cerebral promove integração na sociedade

 

A APCSM promove iniciativas de forma a integrar na sociedade as pessoas com paralisia cerebral 

Associação procede à criação de uma bolsa de voluntários

A APCSM está a criar uma bolsa de voluntários permanentes com o objectivo de melhorar e aumentar os serviços prestados.
Estes voluntários, podem apoiar os clientes da associação e as familias no quotidiano, prestando serviços de babysitting, atividades da vida diária e acompanhamento dos cuidadores. Podem ainda apoiar a associação nas suas atividades com os clientes, sobretudo durante as férias e nas atividades de angariação de fundos. Os interessados podem inscrever-se na APCSM ou enviar a ficha de inscrição por e-mail até 31 de março.
"As inscrições estão sempre abertas", afirmou Teresa Mano da Costa, explicando que a 1ª. fase acaba naquela data por forma a "permitir planear respostas possíveis de desenvolver consoante o número de voluntários".

A APCSM surgiu com o objectivo de promover a qualidade de vida da pessoa com paralisia cerebral, assim como para ajudar na sua integração e participação social ativa, explica Teresa Mano da Costa. A associação também surgiu com o intuito de sensibilizar a comunidade para a problemática da pessoa com deficiência, em particular da pessoa portadora de Paralisia Cebreal, assim como fomentar o conhecimento sobre esta condição.
Criada por um grupo de pais, técnicos e amigos de crianças, jovens e adultos portadores desta condição (assim como de outras condições neurológicas e afins), a APCSM tem a intenção de "criar respostas localizadas para as necessidades específicas desta população, no âmbito da prevenção, reabilitação, habitação, participação, inclusão social e apoio à família", explicou a sua presidente.
Fundada em 2005, a APCSM funciona com um acordo de gestão celebrado com o Instituto para o Desenvolvimento Social dos Açores desde 2007 e tem funcionários especializados em fisioterapia, psicologia, terapia da fala, terapia ocupacional, animação sociocultural e ajudantes de educação.
Atualmente possui duas valências: a ludoteca e um serviço de terapias. Na ludoteca as crianças e jovens têm o seu dispor um espaço para brincar, desenvolver a autonomia e participação, assim como promover relações interpessoais e facilitar o desenvolvimento psicológico, emocional e social. O serviço de terapias tem o objetivo de avaliar, orientar e intervir de forma terapêutica, socioeducativa e profissional.
A APCSM promove iniciativas de forma a integrar na sociedade pessoas nestas condições, tais como projectos de dança, teatro e desporto. Promove também iniciativas como intercâmbios de ATL, convívio com pessoas idosas e ações de sensibilização sobre a deficiência nas suas várias vertentes.


Fonte:Açoriano Oriental

Moda para pessoas com necessidades especiais


A pensar nas pessoas que têm necessidades especiais ou corpos menos convencionais, têm surgido nos últimos tempos algumas marcas que pretendem oferecer acessórios e vestuário adequado. A Downs Designs e a Xeni Collection foram criadas por pessoas que lidaram de perto com a dificuldade de encontrar peças adaptadas às suas limitações.

Em 1990, Ann Oliver trabalhava como arquiteta em Londres, quando lhe disseram que tinha esclerose múltipla. Cedo a doença obrigou-a ao uso de uma cadeira de rodas e perdeu uma grande parte da sensibilidade que tinha nas mãos.

Em Março de 2010, depois de uma depressão provocada pela sua condição física, a inglesa sentiu que tinha tido uma “revelação”: ia “usar as perceções” que a doença lhe ofereceu de uma forma “criativa”, explica na página oficial da marca.

Foi assim que surgiu a Xeni Collection. As roupas são especialmente desenhadas para pessoas com esclerose múltipla, lúpus ou artrite, entre outras limitações físicas.

Peças bonitas e sofisticadas

Apesar de já haver roupa especializada para estes doentes, Ann Oliver quer acrescentar ao mercado algo que é pouco explorado: peças que são funcionais mas, ao mesmo tempo, sofisticadas e bonitas. 

Alguns dos cuidados que a Xeni Collection tem em conta são, por exemplo, a substituição dos fechos por ímanes no vestuário e um corte especializado para pessoas que passam o seu dia sentadas numa cadeira de rodas. Para o futuro há ainda o projeto de criar uma coleção de joias pensada para pessoas que tenham dificuldade em manusear grampos.

Os preços do vestuário variam entre 250 e 550 libras (300 e 660 euros), preço que a criadora admite não ser muito acessível, mas cuja redução está dependente “do sucesso da empresa”.

Tamanhos especiais para pessoas com síndrome de Down

A verdade é que este é um mercado que se tem expandido e alargado nos últimos anos. Também em 2010, a norte-americana Karen Bowersox’s sentiu a necessidade de criar roupa com medidas adequadas ao corpo de uma pessoa com síndrome de Down. A inspiração partiu do acompanhamento do crescimento da sua própria neta, portadora da doença.

Depois de um largo período de pesquisa, e em conjunto com uma designer de moda, Karen criou um novo tamanho, com oito modelos, adaptado à medida de pessoas com síndrome de Down e que começou a aplicar em peças de roupa básicas. Quando tinham os modelos prontos, ambas percorreram o mundo com o intuito de divulgar o projeto, experimentando o vestuário em várias pessoas.

“Ficámos maravilhadas com as transformações”, admitiu Karen em comunicado, acrescentando que “alguns dos pais [das crianças com síndrome de Down] queriam levar as nossas amostras para casa e estavam prontos para as encomendar ali mesmo”.

A empresa expandiu-se entretanto, e emprega várias pessoas com síndrome de Down. Está ainda a trabalhar de perto com a Sociedade Nacional do Síndrome de Down norte-americana.

“O nosso objetivo é de que as pessoas com síndrome de Down tenham roupas com estilo e que se adequem aos seus corpos únicos”, explicou Karen. 

Pode aceder à página oficial da Xeni Collection AQUI e à da Downs Designs AQUI.

Fonte: Boas Noticias

Nova legislação sobre lares

Portaria n.º 67/2012, de 21 de Março - Define as condições de organização, funcionamento e instalação das ESTRUTURAS RESIDENCIAIS PARA PESSOAS IDOSAS.

Considera-se ESTRUTURA RESIDENCIAL PARA PESSOAS IDOSAS, o estabelecimento para alojamento colectivo, de utilização temporária ou permanente, em que sejam desenvolvidas actividades de apoio social e prestados cuidados de enfermagem.

O Programa de Emergência Social (PES) veio consignar a necessidade de apostar na proximidade e na maximização das respostas sociais existentes, rentabilizando a capacidade instalada.

Ao reconhecer o valor incomensurável da dignidade da pessoa humana, ao impor uma preocupação com o auxílio aos mais vulneráveis, com uma atenção especial sobre os mais idosos, o Programa de Emergência Social (PES) prevê a alteração e a simplificação da legislação e dos guiões técnicos que enquadram as respostas sociais, designadamente as dirigidas a pessoas idosas, adaptando-a à realidade nacional e a um cenário de contenção orçamental.

Ao ter em atenção as entidades da economia social que actuam numa lógica de proximidade, o Programa de Emergência Social (PES) vem permitir maximizar as potencialidades de intervenção dessas entidades, garantindo mais e melhores respostas que correspondam às necessidades das pessoas e das famílias, nomeadamente através do aumento do número de vagas, sem prejuízo das condições de qualidade e de segurança das pessoas.

Neste contexto, a presente Portaria n.º 67/2012, de 21 de Março, vem uniformizar a legislação existente, integrando as respostas residenciais para pessoas idosas sob uma designação comum, e proceder ao ajustamento desta resposta social às exigências de uma gestão eficaz e eficiente dos recursos e a uma gestão da qualidade e segurança das estruturas físicas, prevendo diversas modalidades de alojamento, designadamente, o alojamento em tipologias habitacionais e ou em quartos.

Por outro lado, ao estabelecer as condições de funcionamento e instalação das estruturas residenciais para pessoas idosas vem garantir uma prática harmonizada ao nível das regras orientadoras desta resposta social, qualificando os vários modelos de intervenção existentes, independentemente da natureza do suporte jurídico institucional das mesmas.

São revogados o Despacho Normativo n.º 12/1998, de 25 de Fevereiro, o Despacho Normativo n.º 30/2006, de 31 de Março, e o Despacho Normativo n.º 3/2011, de 16 de Fevereiro.


Fonte e mais informação: Escritos Dispersos

Adaptador de chapéu de chuva para utilizadores de cadeira de rodas


Novo acessório que se aplica na cadeira de rodas para segurar um guarda chuva, deixando as mãos livres do usuário e do acompanhante

Características

Fácil e cómodo de utilizar

Coloca-se de forma simples e rápida sem ser necessário a utilização de ferramentas

Coloca-se nos punhos da cadeira ou nos apoios de braços

Regulável em ângulo

Adapta-se a diferentes tamanhos de tubos (diâmetro mínimo de 19mm a um máximo de 35mm)

Fonte e mais informação: Ergométrica