domingo, 28 de outubro de 2012

EM 2006 PEDRO MOTA SOARES DEFENDIA AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA...



EM 2006 PEDRO MOTA SOARES DEFENDIA AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA.

AGORA QUE É MINISTRO DEVE TER-SE ESQUECIDO DO QUE DISSE

Quinta-feira, 30 de Novembro de 2006 I Série - Número 23

X LEGISLATURA 2.ª SESSÃO LEGISLATIVA (2006-2007)
REUNIÃO PLENÁRIA DE 29 DE NOVEMBRO DE 2006

O Sr. Pedro Mota Soares (CDS-PP): - Sr. Presidente, Srs. Membros do Governo, Sr.as e Srs. Deputados: Se há matéria onde, de facto, se vê que o Governo perdeu a sensibilidade social é neste Orçamento…

O Sr. Nuno Magalhães (CDS-PP): - Muito bem!

O Orador: - … e precisamente nesta matéria dos deficientes.
Não vamos falar de impostos, vamos falar de pessoas e de princípios, como alguém, há pouco, aqui dizia.
Hoje onde um cidadão deficiente encontra mais dificuldades, onde ele é mais descriminado, é exactamente no acesso e na permanência no mercado de trabalho.

O Sr. Afonso Candal (PS): - Muito bem! Os que ficam de fora não têm benefício algum!

O Orador: - Por isso mesmo, é justo que o Estado reconheça as suas dificuldades e lhe dê um benefício em matéria do seu rendimento de trabalho. Ora, quando o Governo ataca os cidadãos portadores de deficiência, não lhe reconhecendo algo que é essencial, que é um benefício nos seus rendimentos de trabalho, quando vem dizer que eles são cidadãos que têm um conjunto de privilégios, que podem ter muitos rendimentos, quiçá de rendas, de acções ou de qualquer outra coisa, não está a reconhecer aquele que, de facto, deve ser o primeiro apoio do Estado a estas pessoas, que é bonificá-los, que é ajudá-los, que é dar-lhes uma compensação, que é dar-lhes algo no seu rendimento de trabalho.
Ora, o que o PS e o Governo vêm fazer neste Orçamento do Estado é destruir este princípio, é acabar com esta ligação, que é tão importante, não reconhecendo até que há graus diferentes de deficiência e que esses graus diferentes de deficiência devem ser apoiados também de forma diferente.

O Sr. Afonso Candal (PS): - Está lá.

O Orador: - E quem são hoje os grandes prejudicados? Não são, como alguém, há pouco, dizia, as pessoas que têm rendimentos de trabalho e que pagam 42% de impostos. Não são estes! Pelo contrario, hoje os mais prejudicados com esta proposta de lei são os cidadãos portadores de deficiência com rendimentos de 900 ou de 1000 euros líquidos e que, se calhar, no final do mês, levam para sua casa 100 contos ou pouco mais. São estes os que hoje são mais prejudicados.

O Sr. Afonso Candal (PS): - Não é verdade! Esses não pagam!

O Orador: - E se o Governo e o PS hoje dizem que isto não é verdade,…

O Sr. Ministro dos Assuntos Parlamentares: - Não é verdade!

O Orador: - … têm agora a possibilidade de o provar.
O CDS avançou com uma proposta, que cria um regime transitório, pelo qual cabe aos serviços de finanças fazer o cálculo pela forma antiga e pela nova forma, permitindo ao cidadão portador de deficiência a escolha do regime mais favorável. Se, de facto, eles não são os mais prejudicados, aprovem a proposta do CDS que institui este regime transitório, uma cláusula de salvaguarda, que permite que, ao longo do próximo ano, o cidadão portador de deficiência possa fazer a sua escolha. Isto é que me parece absolutamente essencial.

Protestos do Deputado do PS Afonso Candal.

E, já agora, se dizem que isto não é verdade, para que não fiquemos a achar que se trata apenas de um problema de receita, pergunto: onde estão os apoios que o Estado deve dar a estas pessoas, para, por exemplo, a adaptação das suas casas, dos seus carros e dos seus postos de trabalho? Onde estão os apoios positivos, os subsídios e apoios financeiros, para que um português com uma deficiência possa continuar a ter os meios para estar no mercado de trabalho? Onde estão esses subsídios? Onde estão esses apoios? Pergunto porque leio o Orçamento do Estado de uma ponta à outra e não os vejo lá.

Portanto, este não é um problema de apoios, não é um problema de princípios, é, única e exclusivamente, para o Governo, um problema de receita. É isto que nos choca tanto, porque estes cortes são cegos e injustos, tratam de forma cega, injusta e arbitrária cidadãos com muitas dificuldades.

PODE LER O RESTO DA SESSÃO AQUI: http://demo.cratica.org/sessoes/2006/11/29/#16900

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

HelpTalk é uma aplicação direccionada para a pessoa incapaz de estabelecer comunicação fluente oral ou escrita



Os dispositivos móveis devem ser um meio de integração e não de discriminação.

Eles oferecem novas formas de ultrapassar a adversidade e têm o potencial de tornar a vida mais fácil ao cidadão com deficiência. É esse o objectivo do HelpTalk.

O HelpTalk é uma aplicação direccionada para a pessoa incapaz de estabelecer comunicação fluente oral ou escrita, com profissionais de saúde, familiares ou qualquer outra pessoa.

Permite aos utilizadores criar um conjunto de acções que representam as suas necessidades em termos de comunicação, com as ações mais apropriadas a cada utilizador.

Ao selecionar uma opção o dispositivo pronuncia a frase correspondente.


Criar perfis personalizados.

Com o HelpTalk, é possivel criar um perfil contendo as acções mais apropriadas para qualquer situação. Um utilizador pode criar um perfil apropriado para a sua rotina do dia-a-dia, para um evento específico, viagens, educação, etc.

Permite a pessoas incapazes de comunicar de uma forma tradicional (traqueostomizados, ventilados com tubo endotraqueal, autismo, paralisia cerebral, mudos, analfabetos, crianças, etc.) exprimir-se de uma forma simples.

Quando o utilizador toca numa acção, o dispositivo pronuncia a frase correspondente

Múltiplos idiomas

Crie perfis em múltiplos idiomas (Inglês, Espanhol, Alemão, Francês, Italiano, Português, Finlandês, Dinamarquês, Húngaro, Norueguês, Polaco, Sueco).

Apenas necessita do HelpTalk e de um dispositivo com um sintetizador de texto no idioma em questão.
Fale qualquer frase

Se o que quiser exprimir não estiver listado no perfil actual, apenas tem de mudar para o ecrã "Talk" e poderá pronunciar a frase que quiser.

O HelpTalk regista as frases mais comuns para que mais tarde possa ter um acesso fácil às frases mais frequentes, escrevendo apenas alguns caracteres

Utilizadores com mobilidade reduzida

Para utilizadores com dificuldades a nivel da motricidade fina, o HelpTalk apresenta dois grandes botões "Sim" e "Não".

Se o que o utilizador quiser exprimir não estiver contido no perfil actual, pode mudar para este ecrã e usar esses botões para responder a questões básicas.

S.O.S.

O HelpTalk permite ao utilizador configurar um número de telefone e uma mensagem de emergência.

Ao carregar no botão de S.O.S., é enviada uma mensagem SMS para o número previamente configurado. O utilizador tem a hipótese de incluir as suas coordenadas junto com a mensagem.

Pedido de localização

Em casos em que o utilizador possa sofrer de alguma condição que o possa deixar desorientado (Alzheimer, Parkinson, demência, etc.), a possibilidade de poder ser localizado por familiares é crucial.

Usando o HelpTalk, quando o dispositivo recebe uma mensagem SMS específica, proveniente de um número específico, responde com as coordenadas do utilizador. Para uma segurança acrescida, o utilizador pode configurar qual terá que ser o conteúdo da mensagem e qual o número de telefone autorizado a enviar pedidos de localização.

Fonte e onde pode adquirir produto gratuitamente: Help Talk

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

REUNIÃO REALIZADA DIA 22 DE OUTUBRO COM O SR. PRESIDENTE DO INR E COM AS ORGANIZAÇÕES QUE REPRESENTAM OS DEFICIENTES NA COMISSÃO DE ACOMPANHAMENTO DO PROCESSO DE ATRIBUIÇÃO DAS AJUDAS TÉCNICAS/PRODUTOS DE APOIO

REUNIÃO REALIZADA DIA 22 DE OUTUBRO COM O SR. PRESIDENTE DO INR

Para além do Dr. Madeira Serôdio estiveram também presentes Humberto Santos da APD e Rodrigo Santos da ACAPO

ORÇAMENTO

Fomos informados da saída do despacho (Despacho n.º 13513/2012), do qual já tínhamos conhecimento, em que se define o reforço de verba para atribuição de produtos de apoio. O reforço foi de 960.180€. Lembramos que no dia 3 de Outubro foi divulgado pela Secretaria de Estado da Solidariedade e Segurança Social de um reforço de 2,5 milhões de euros no orçamento (para além do aumento anunciado anteriormente de 1 milhão de euros), o qual poderia chegar ainda aos 4,5 ME até ao final do ano. Ficámos a saber que esta verba só será disponibilizada se se vier a verificar a sua necessidade.

COMISSÃO DE ACOMPANHAMENTO

Está constituída uma Comissão de Acompanhamento do processo de atribuição de ajudas técnicas em que estão representados o Instituto Nacional para a Reabilitação, o Instituto da Segurança Social, o Instituto de Emprego e Formação Profissional o Ministério da Saúde e as Organizações de pessoas com deficiência Associação Portuguesa de Deficientes, Associação de Cegos e Amblíopes de Portugal e a Cooperativa Nacional de Apoio a Deficientes. Estão previstas reuniões mensais desta comissão para fazer o acompanhamento dos casos/reclamações que os utentes encaminhem para o mail produtosdeapoio@inr.msss.pt .
Perguntámos porque não estavam mais associações representadas e informaram-nos que era uma opção da Secretaria de Estado
O número de reclamações entradas até ao momento é muito baixo. Apelamos a todos os candidatos à atribuição de produtos de apoio a quem esse direito tenha sido negado este ano, ou mesmo em anos anteriores, que reclamem para o e-mail indicado acima, descrevendo o que se passou e anexando o máximo de informação disponível (cartas e ofícios enviados e/ou recebidos, cópia do processo, etc.)

ALTERAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS DOS SERVIÇOS

Foi-nos assegurado que foram dadas orientações aos serviços dependentes da Segurança Social e do Instituto do Emprego e Formação Profissional para reavaliarem TODOS os processos que foram indeferidos por falta de verbas e de que não haveria indeferimento de processos novos por escassez de orçamento 
A aprovação dos processos indeferidos dependerá da reavaliação, tendo-nos sido, no entanto, garantido que não haverá indexação aos rendimentos pessoais, devendo por isso os candidatos a atribuição de produtos de apoio, na nossa opinião, recusar a entrega de Declarações de IRS, renda de casa ou outros elementos de caracterização da sua situação económica. Contestámos o facto de a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa estar a solicitar esses elementos, baseada num regulamento interno, ao arrepio das normas definidas para as restantes instituições financiadoras.
A reavaliação dos processos poderá passar pela alteração da ajuda técnica proposta, baseando-se essa alteração unicamente em critérios técnicos e na adequação da ajuda técnica às necessidades do requerente.

ATRIBUIÇÃO DE PRODUTOS DE APOIO PELOS HOSPITAIS

A situação continua confusa quer ao nível dos procedimentos a cumprir pelas administrações hospitalares para atribuírem produtos de apoio, quer ao nível da execução do orçamento para esta área. Lembramos que num orçamento global que é neste momento, grosso modo, de 9 milhões de euros, o sector da saúde tem verbas atribuídas no valor de 6 milhões. Informaram-nos que teria sido realizada uma reunião da comissão de acompanhamento no passado dia xx para esclarecer essas matérias mas que os representantes do Ministério da Saúde não tinham esclarecido a situação tendo-se comprometido a entregar documentação no dia seguinte o que não se verificou. Aguardamos com alguma apreensão o esclarecimento desta situação, pois continuamos a ter informações de não satisfação de pedidos de produtos de apoio por alegada falta de verba por parte das administrações hospitalares. A única informação concreta que nos foi facultada foi de que 70% dos hospitais estariam a gastar verbas semelhantes às gastas no ano anterior. Isto para nós é preocupante visto o ano passado a verba ter sido definida só em Dezembro, não podendo como é evidente ter tido uma grande taxa de execução. Aguardamos esclarecimentos adicionais.

LISTA HOMOLOGADA DE PRODUTOS DE APOIO

Levantámos a questão no dia 3 Outubro de que a lista homologada de produtos de apoio definia níveis de prescrição que afastavam os utentes do fornecimento de produtos de apoio quando, por exemplo a prescrição de Fraldas, sondas, algálias, etc. que em 2011 era competência dos Centros de Saúde, tinha passado a ser exclusivamente dos hospitais. Situação que consideramos grave, especialmente no interior do país. Fomos informados nesta reunião de que já existe uma nova lista homologada que está em discussão na Comissão de Acompanhamento. Não nos foi fornecida por não sermos considerados uma organização representativa das pessoas com deficiência. Aguardamos que uma das organizações representadas na Comissão nos faça chegar esse documento para podermos tomar posição.

FISCALIDADE

Dada a continuação de inexistência de resposta por parte do Sr. Ministro das Finanças ao mail que enviámos a 9 de Setembro procurámos saber junto do Sr. Presidente do INR o que está previsto na proposta de orçamento relativamente à situação fiscal das pessoas com deficiência e das famílias com pessoas com deficiência a cargo, nomeadamente a manutenção da dedução à colecta e/ou a reintrodução dos Benefícios Fiscais em sede de IRS, eliminados pelo Governo anterior. Estranhamente, fomos informados que o INR não tinha essa informação, mas que tinha enviado para o Ministério das Finanças uma proposta de aumento das referidas deduções à colecta em montantes de que não fomos informados.

ACESSIBILIDADE

Tendo nós verificado que na proposta de revisão do Decreto Lei 163/06 se mantém o prazo para adaptação do edificado existente para 2017, enquanto na Proposta de Resolução do Conselho de Ministros relativa ao Plano Nacional de Promoção da Acessibilidade se prevê na “Acção 2.4.b) Planos municipais de promoção da acessibilidade – elaborar Planos Municipais de promoção da acessibilidade que definam e caracterizem as acções necessárias para a garantia das condições de acessibilidade para pessoas com mobilidade condicionada” com duração de execução até 2019, solicitámos explicações sobre este facto. Não compreendemos como podem as Câmaras municipais estar a definir e caracterizar as acções necessárias quando estas acções deveriam estar concluídas dois anos antes. O Sr, presidente não admitiu a existência de qualquer contradição tendo garantido que não haverá alteração ao prazo estabelecido no Decreto Lei 163/06. Afirmámos a posição do movimento de não aceitar qualquer prorrogação do prazo que está estabelecido.

Carlos Santos
Jorge Falcato
Manuela Ralha

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Ajudas Técnicas/ Produtos de Apoio - Informação


Encontra-se para análise e contributos, até 31 de Outubro de 2012, da Comissão de Acompanhamento dos Produtos de Apoio, ou seja dos representantes das Organizações Não Governamentais, ONG da área da deficiência (APD, ACAPO e CNAD) e dos serviços e organismos da área da saúde, emprego, educação e solidariedade e da segurança social, os seguintes projetos e anteprojetos de:
  • Lista de Produtos de Apoio para 2013;
  • Banco de Produtos de Apoio;
  • Alteração ao Decreto-Lei nº 93/2009, de 16 de abril, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei nº 42/2011, de 23 de março que incluem já os contributos de outras entidades, serviços e organismos.


Informa-se que qualquer situação relacionada com produtos de apoio deve ser colocada via produtosdeapoio@inr.msss.pt

Ajudas Técnicas/Produtos de Apoio : Onde reclamar.

MITHÓS
No seguimento das reuniões que têm havido entre vários organismos ligados à deficiência, o INR e a Secretaria de Estado da Solidariedade e da Segurança Social, informamos que foi reafirmado que as Ajudas Técnicas e os Produtos de Apoio não serão mais indeferidos por falta de verba. Assim, apelamos a que todos os que virão o seu processo indeferido nesta base, que voltem a remeter o seu processo ao Centro de Segurança Social da sua área ou no IEFP. Se os funcionários se recusarem a atender os pedidos ou a recebê-los, aconselhamos a que peçam sempre justificação por escrito e que reclamem junto da direção do centro.


Informamos ainda que foi criado um endereço eletrónico que irá rececionar todos os casos enviados pelas pessoas que não puderam aceder aos produtos de apoio, como forma de agilizar o processo.
O endereço eletrónico é: produtosdeapoio@inr.msss.pt
Os casos pessoais podem também ser apresentados ao INR, I.P. através do seguinte endereço postal:
Instituto Nacional para a Reabilitação, I.P.

Av. Conde Valbom, 63
1069-178 Lisboa 

Ou em alternativa, para a Mithós-Histórias Exemplares: mithos.associacao@gmail.com
Ou para o endereço Postal:
Mithós-Histórias Exemplares - Associação de Apoio à Multideficiência
Rua António Alves D'Amorim, 22-3º Esq.
2600-037 Vila Franca de Xira
Todos os casos que nos chegarem serão reencaminhados.
A sua informação é fundamental !


AR quer “estratégia integrada” para o turismo acessível


A Assembleia da República (AR) recomendou ao Governo a criação de uma “estratégia integrada” para promover o turismo acessível, com “carácter de urgência”. A AR pretende que, no prazo de um ano, “Portugal possa ser apresentado como um destino atento às necessidades, quer do ‘viajante portador de deficiência’, quer das ‘pessoas com mobilidade reduzida’.
A resolução, publicada em Diário da República e assinada pela presidente da AR, Assunção Esteves, aponta que, na referida estratégia, devem ser incluídos “programas de formação dos agentes para o acolhimento e atendimento a este grupo de cidadãos”. Por outro lado, deve envolver “as associações representativas das pessoas com deficiências e incapacidades e, também, as associações representativas do sector do turismo”.
Em Julho, lembre-se, os grupos parlamentares do PSD e do CDS-PP na AR um projecto de resolução para afirmar Portugal como um destino de turismo acessível. O deputado Mendes Bota foi o primeiro subscritor desta iniciativa.
O documento entregue recomendava ao Governo que estruturasse um programa com linhas orientadoras de maneira que, no prazo de um ano, “Portugal possa ser apresentado como um destino atento às necessidades, quer do ‘viajante portador de deficiência’, quer das ‘pessoas com mobilidade reduzida’”.
A resolução foi agora provada pela AR.

domingo, 21 de outubro de 2012

Rome and Italy – Tourist Services - turismo acessível


A Empresa Rome and Italy – Tourist Services, oferece serviços de transporte especiais, que vão da organização de excursões particulares, organização de casamentos e excursões para pessoas com deficiência.

Localizada em Roma, a Rome and Italy organiza viagens para toda a Itália e também para o estrangeiro e disponibliza um serviço personalizado com profissionais especializados.

Esta empresa também se especializou no transporte acessível para pessoas com problemas de mobilidade. Organiza viagens para pessoas com qualquer tipo ou nível de incapacidade assim como para os seus acompanhantes.

A sua experiência e conhecimento de mais de 20 anos, do sector turístico, permitem-lhe conhecer o nível de acessibilidade e dificuldades dos  lugares e sítios  que sugere para visitar, tendo este sido previamente estudados e testados por especialista que colaboram com esta empresa.

A Rome and Italy disponibiliza gratuitamente, em todas, as viagens, uma cadeira “todo-o-terreno” permitido ao turista com incapacidade motora estar em pé de igualdade com os demais.

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