quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

INSCRIÇÕES ABERTAS | Cursos Vaqueiro | Janeiro de 2013


No âmbito da parceria estabelecida entre a ASSOCIAÇÃO SALVADOR e a VAQUEIRO, esta disponibilizagratuitamente cursos de Cozinha a pessoas que se deslocam em cadeira de rodas.

Esta parceria surgiu porque desde 2009 que a Academia dos Sabores - onde decorrem os Cursos de Cozinha - tem uma bancada adaptada para quem se desloca em cadeira de rodas.

Serão disponibilizadas 2 vagas por curso (1 para a pessoa que se desloca em cadeira de rodas + 1 para o acompanhante) nos cursos Vaqueiro abaixo mencionados.

Nota: As vagas disponíveis neste e-mail poderão sofrer alterações, pelo que estão sujeitas a confirmação.

Cursos - Janeiro de 2012:

  • 08 de Janeiro, terça-feira, das 19h às 22h - Pratos Rápidos de Forno
  • 14 de Janeiro, segunda-feira, das 19h às 22h - Risottos
  • 21 de Janeiro, segunda-feira, das 19h às 22h - Solteiros na Cozinha
  • 22 de Janeiro, terça-feira, das 19h às 22h - Receitas Rápidas e Jantares de Amigos
  • 29 de Janeiro, terça-feira, das 19h às 22h - Receitas Rápidas com chocolate
Local: Academia dos Sabores | Largo Monterroio Mascarenhas, nº 1 (perto das Amoreiras) - Lisboa.
Horário: Dias de semana: das 19h00 às 22h00 (Jantar incluído)
Estacionamento: Na entrada da Academia dos Sabores há um lugar de estacionamento reservado para pessoas com deficiência.

Todos os cursos implicam a preparação de uma bancada com todos os ingredientes a utilizar no decorrer do curso, pelo que é muito importante que todas pessoas que se inscrevam possam efetivamente comparecer na data/ hora do curso.

Será solicitado às pessoas SELECIONADAS para frequentar os cursos uma caução de 10 euros que será devolvida por tranferência bancária depois da frequência do curso.

É obrigatório que as inscrições sejam processadas pela Associação Salvador, pelo que se estiver interessado,preencha este formulário de pré-inscrição.

Associação Salvador | Av. Fontes Pereira de Melo 14, 9º | 1050-121 Lisboa | Tel. 213 184 851 |info@associacaosalvador.com | www.associacaosalvador.com 

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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

9 mitos sobre pessoas com deficiência

Encontrei este artigo muito interessante sobre Mitos acerca da deficiência...
Boa leitura!

 Idéias errôneas que fazem parte do senso comum
Os preconceitos são sustentados por mitos (ideias falsas, sem correspondente na realidade) nos quais as pessoas acreditam sem muitas vezes perceber o quanto eles são absurdos.
Estes preconceitos são transmitidos na sociedade sem serem percebidos, como se fossem naturais. Para isso a única cura é a informação e o convívio com pessoas diversas. Abaixo mostramos alguns mitos. Conhecendo-os e refletindo a respeito ficará mais fácil combatê-los.
Deficiência é sempre fruto de herança familiar
No Brasil e no mundo as grandes causas de deficiência não têm origem genética e nem são hereditárias. Na maior parte dos casos elas são resultados da falta de saneamento básico que ocasiona infecções, falta de assistência pré-natal e ao parto e, principalmente, os acidentes de carro e a violência por arma de fogo.
As pessoas com deficiência são todas amigas ou familiares uns dos outros
As pessoas quando encontram alguém com deficiência costumam perguntar se ela conhece uma outra pessoa “assim, assado, com uma cadeira de tal cor”, como se todas as pessoas com deficiência do mundo se conhecessem e fossem amigas. As pessoas com deficiência não vivem em um mundo a parte onde só existam outras pessoas assim e o fato de terem a mesma deficiência, por exemplo, não faz com que automaticamente concordem sobre tudo. São pessoas diferentes com diferentes visões de mundo, assim como qualquer outra.
Existem remédios milagrosos que curam as deficiências
Apesar dos esforços e conquistas decorrentes das pesquisas e do conhecimento de biologia molecular, os diferentes tipos de deficiência ainda não têm cura. Em alguns casos existem medicamentos que podem auxiliar em um ou outro sintoma, mas o mais importante é a estimulação da pessoa e a minimização da desvantagem, ou seja, tornar o ambiente mais acessível física e atitudinalmente para que todos possam usufrui-lo.
Deficiência é doença
Deficiência não é doença nem é contagiosa. Uma deficiência pode ser sequela de uma doença, mas não é a própria doença.
Pessoas com deficiência física não têm vida sexual
Sexualidade é algo muito mais amplo que sexo e, consequentemente, sexo é muito mais que genitalidade. A pessoa com deficiência física, seja homem ou mulher, tem vida sexual, namora, casa e na maior parte dos casos pode ter filhos.
Todo surdo é mudo
A pessoa com surdez na maior parte dos casos apresenta os órgão fono-articulatórios íntegros e tem todo o potencial para desenvolvimento da fala. Não é porque é surdo que se torna automaticamente mudo. A mudez autêntica é extremamente rara e decorrente de lesões cerebrais.
A pessoa com deficiência mental gosta de trabalhos repetitivos
Algumas pessoas podem se sentir mais confortáveis com actividades repetitivas, isso faz parte da diversidade humana de aptidões e personalidades, mas não é característica de um determinado grupo de pessoas.
Algumas pessoas com deficiência mental gostam de ambientes e actividades mais estruturadas, outras gostam das expressivas e artísticas, ou seja, como qualquer outra pessoa elas têm gostos e preferências.
Só há duas categorias de pessoas: os cegos e os que vêm “normalmente”
Existem pessoas com baixa visão, podem distinguir formas ou cores. Algumas pessoas com baixa visão podem ler com o auxílio de uma lupa. Também existem as pessoas que não enxergam.
Todo cego tem tendência à música
A pessoa cega tem uma atenção diferenciada aos estímulos auditivos, afinal a audição a auxilia na locomoção e localização, ajudando na noção de distância. Daí para esta atenção tornar-se um talento sobrenatural para a música, há uma grande diferença.
Fonte: Somos @ Telecentros

"SAIR À RUA PARA QUEM NÃO VÊ PODE SER UMA ARMADILHA MORTAL"







Há que apurar responsabilidades.

Coimbra. Morte de antigo dirigente da ACAPO, após uma queda, alerta para a necessidade de o Governo mexer nas regras das acessibilidades.



O Governo prepara- se para fazer uma nova alteração à lei das acessibilidades, em que pretende atualizar e clarificar alguns dos pontos da legislação ainda em vigor, para evitar casos como o da morte de José Adelino Guerra, fundador da Associação de Cegos e Amblíopes de Portugal ( ACAPO). “Um dos aspetos positivos é que a nova lei não mexe no prazo de adaptação”, apontou Rodrigo Santos, revelando que no parecer que a ACAPO deu foram feitas sugestões no sentido da aplicação prática das regras. “Pedimos maior clarificação das regras e da responsabilização da administração pública, na formação dos recursos humanos para que estejam aptos a fiscalizar”.

As acessibilidades j á foram alvo de duas legislações. A primeira em 1997 e a segunda em 2006. De acordo com as regras em vigor, as entidades têm um período dez anos para a adaptação dos espaços públicos e edifícios às regras de acessibilidade, que pode desresponsabilizar os organismos que ainda não estão a cumprir todas as regras.

“O prazo de adaptação foi um erro crasso que a alteração da lei, em 2006, trouxe. A legislação anterior previa um prazo de adaptação até 2007. Mas com a lei que entrou em vigor em 2006, o prazo foi alargado até 2017. A existência de barreiras arquitetónicas pode matar. O caso de Coimbra é uma dura lição para todos nós”, disse ao DN Rodrigo Santos, j urista e membro da direção da ACAPO.

A queda fatal de José Adelino Guerra está a desencadear várias reações, designadamente quanto às condições de segurança e mobilidade na rua Pedro Monteiro, em Coimbra. O técnico superior da autarquia morreu pouco tempo depois de ter saído do trabalho, na Casa Municipal da Cultura. O seu colega na secção para deficientes visuais, Emanuel Laça, seguia uns passos à frente. “Ouvi uma senhora a gritar e ouço um barulho forte [ resultante da queda]”. Na sua opinião, “alguma distração” poderá estar na origem da tragédia. “Estive lá hoje [ ontem] e mesmo que a vedação estivesse completa, ele poderia cair na mesma. O que deveria existir era uma vedação mais alta e, também, outra proteção ao longo de toda a rua Pedro Monteiro”. Emanuel Laça lembra que noutro ponto desta rua, perto da Penitenciária, existe uma boca de incêndio que “é uma ratoeira”.

A vice- presidente da câmara, Maria José Azevedo Santos, responde que caberá “ao departamento de obras” da autarquia uma análise do que sucedeu na sexta- feira passada. “Ele, quando ia à piscina, deixava a ‘ Luca’ em casa”, lembra, emocionada, pois naquele fim de tarde, ele não estava com o cão- guia. A autarca lembra o dinamismo deste “funcionário incansável”, mentor, entre muitas outras iniciativas, do postal de Boas Festas, em braille.

Armadilhas mortais

Sair à rua para quem não vê pode ser uma armadilha mortal. Apesar do esforço que se tem feito, é preciso fazer muito mais. “26% dos nossos sócios têm graves problemas de mobilidade. Deve- se também ao medo porque sabem que as nossas cidades não estão preparadas. Sabemos que o processo de adaptação não é rápido, mas o esforço tem de ser maior. Isso depende de todos nós”, defendeu Carlos Lopes, presidente da ACAPO.

Ele próprio já apanhou alguns sustos. “O comboio intercidades quando para na estação abre as portas de um lado e outro. Por sorte, quando quis descer, a minha cadela não se mexeu. O comboio passou à minha frente. Estava a sair do lado da linha”.


Por Ana Maia e Paula Carmo in Diário de Notícias de 11 de Dezembro de 2012


ISTO É UMA VERGONHA. NÃO VAMOS FICAR PARADOS!!



Este não é um caso único. A atribuição de Ajudas Técnicas, que recordamos ser um direito inscrito na lei, continua a ser gerida de uma forma arbitrária como se de um totoloto se tratasse.

O Governo garantiu um reforço de 3 milhões que se ficou pelos 960 mil euros e abriu uma conta de e-mail para reclamações, mas os serviços continuam com as mesmas p

ráticas do passado.

Para nós não chega a existência de uma caixa de reclamações. É a alteração dos procedimentos dos serviços financiadores que exigimos e que nos foi prometido pelo Sr. Secretário de Estado da Solidariedade e da Segurança Social no dia 3 de Outubro na Assembleia da República. Sabíamos da pressa que tinham de nos tirar de frente da Assembleia da República, mas também estávamos convencidos que falávamos com pessoas de bem que cumpriam a sua palavra. NÃO FOI O CASO.

Este vídeo merece a pena ser visto, mas merece sobretudo a pena ser ouvido, para que possam ouvir em primeira mão como somos atendidos na ISS em Vila Franca de Xira e em que estado está a situação das Ajudas Técnicas neste país...

Cliquem no link apresentado em baixo e "desfrutem"...

https://www.facebook.com/photo.php?v=10200172974272841

Fonte: Movimento (d)Eficientes Indignados

Regras que regulam a acumulação da pensão de invalidez com rendimentos de trabalho

As regras que regulam a acumulação da pensão de invalidez com rendimentos de trabalho encontram-se previstas na Seção II do Decreto-Lei nº 187/2007, de 10 de maio, com as sucessivas alterações, nos art.s 58.º e seguintes.

De acordo com o nº 1 do art. 61.º, a pensão de invalidez absoluta não é cumulável com rendimentos de trabalho. No entanto, ao abrigo do art. 59.º, a pensão de invalidez relativa pode ser acumulada com rendimentos de trabalho nos seguintes casos:

- Se os rendimentos resultarem da mesma profissão que tinha antes de começar a receber a pensão por invalidez, o valor acumulado pode ir até 100% da remuneração de referência que serviu de base ao cálculo da pensão;

- Se resultarem de uma profissão diferente, o limite do valor acumulado é uma percentagem da remuneração de referência tomada em consideração no cálculo da pensão, que varia de acordo com anos de acumulação, nos termos do Anexo III da referida Portaria.

Deste modo, se forem ultrapassados os limites estabelecidos, pode não haver lugar a acumulação entre a pensão e os rendimentos de trabalho.

No que diz respeito ao subsídio de doença, a alínea c) do art. 6.º do Decreto-Lei nº 28/2004, de 4 de Fevereiro (diploma que define o regime jurídico de proteção social na eventualidade de doença no âmbito do subsistema providencial da segurança social), com as sucessivas alterações, refere que não há lugar à atribuição de subsídio de doença aos beneficiários que se encontrem”a receber pensões de invalidez e velhice de quaisquer regimes de proteção social, salvo o disposto no nº 2 do art. 27.º.”


Fonte: INR

Ceye + C12/C15: Sistema portátil que permite o controlo do computador pelo olhar


O CEye + C12/C15 é um sistema portátil de acesso pelo olhar. O C12 é de 12 polegadas e o C15 de 15 polegadas.

Esta tecnologia permite detectar com rigor para onde o utilizador está a olhar seguindo o movimento dos seus olhos. Permite o controlo do computador, possibilitando a pessoas com movimentos muito limitados conseguir, por exemplo, comunicar de uma maneira independente utilizando software de comunicação existente no mercado (GRID2 ou SPEAKING DINAMICALLY).

Contém:
Sistema integrado de controlo de ambiente IV
Software para controlo do Windows
Ligação Bluetooth, Câmara, Microfone, Altifalantes
Entrada para manípulos
2 Baterias com autonomia até 6 horas

NOTA: Este equipamento tem opção de compra ou de aluguer. Consulte-nos ( info@anditec.pt) para saber as condições de aluguer!

Fonte e informação completa: Anditec

Wcs e estacionamentos acessiveis


Aqui está uma boa ideia. Um site e aplicações para smartphones onde pode encontrar o WC ou o lugar de estacionamento que precisa. 
É feito numa base colaborativa sendo os próprios utilizadores que vão acrescentando informação. Em Portugal só está assinalada um WC acessível. Apelamos a que assinalem todos WCs e estacionamentos que conhecem. 

É escusado dizer que será muito útil para muita gente, não é? http://www.wheelmate.com/en/