Foi definido recentemente o novo quadro Programa Operacional Potencial Humano (POPH). Vejam abaixo:
- Qualificação de Pessoas com Deficiência ou Incapacidade
Regulamento Específico
Grelha de Análise - Formação profissional
Grelha de Análise - Informação, Avaliação e Orientação Profissional
- Apoio à Mediação e Integração das Pessoas com Deficiências ou Incapacidade
Regulamento Específico
Despacho nº 14572/2012
Fonte: tetraplegicos.blogspot.com
sexta-feira, 1 de março de 2013
Centros para a Qualificação e o Ensino Profissional - Antigos Centros Novas Oportunidades
Os Centros Novas Oportunidades serão extintos no final do mês de Março.
Serão conhecidos como Centros para a Qualificação e o Ensino Profissional. Conheça aqui a portaria.
Serão conhecidos como Centros para a Qualificação e o Ensino Profissional. Conheça aqui a portaria.
Segundo o documento, as pessoas com deficiência serão também incluídas: "Na atividade a desenvolver pelos Centros para a Qualificação e o Ensino Profissional inclui-se, também, a valência destinada a pessoas com deficiência e ou incapacidade, visando dar resposta à necessidade de assegurar a sua integração a nível social e laboral."
Fonte:tetraplegicos.blogspot.pt
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sexta-feira, março 01, 2013
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Corte no complemento dependência 3ª pessoa
Mais um corte. Desta vez no complemento por dependência à 3ª pessoa. Quem receba mais que € 600 perde este complemento.
(...) Constitui ainda condição de atribuição do complemento por dependência do 1.º grau, o pensionista não receber pensão de valor superior a € 600, considerando-se para este efeito a soma de todas as pensões recebidas pelo pensionista com a mesma natureza.Para efeito do disposto no número anterior, considera-se que têm a mesma natureza, por um lado, as
pensões atribuídas por morte e, por outro, todas as outras pensões."
Mais informação: Alteração ao Decreto-Lei n.º 322/90, de 18 de outubro
Fonte: tetraplegicos.blogspot.com
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sexta-feira, março 01, 2013
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Prestações Sociais
Terapia da Fala: VI Congresso Nacional
A APTF realiza o VI Congresso Nacional, nos dias 10, 11 e 12 de Maio no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas.
Debaterá temas relacionados com Terapia da Fala e Multidisciplinariedade, Questões de Desenvolvimento Pessoal e Profissional e Novas Abordagens em Terapia da Fala.
O congresso é um evento científico que pretende promover a atualização científica, a discussão e debate e o convívio entre terapeutas da fala e profissionais de áreas afins.
Debaterá temas relacionados com Terapia da Fala e Multidisciplinariedade, Questões de Desenvolvimento Pessoal e Profissional e Novas Abordagens em Terapia da Fala.
O congresso é um evento científico que pretende promover a atualização científica, a discussão e debate e o convívio entre terapeutas da fala e profissionais de áreas afins.
Informação completa: APTF
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Congresso,
Terapia da Fala
Seminário Tecnologia, Inclusão e Acessibilidades
É com muito gosto que o/a convidamos a participar no seminário no dia 06 de Março de 2013 pelas 16:00h no CRPG - Centro de Reabilitação Profissional de Gaia. Este evento é uma organização conjunta entre o Centro de Formação Imagina® e o CRPG e tem como tema “Tecnologia, Inclusão e Acessibilidade".
A participação é gratuita mas limitada às vagas disponíveis no auditório.
Não perca esta oportunidade e inscreva-se já!
A participação é gratuita mas limitada às vagas disponíveis no auditório.
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Workshop
2ª EDIÇÃO - Workshop: "Adequações Curriculares Individuais e Estratégias de Diferenciação Positiva para Alunos com NEE"
A preocupação crescente com a adoção de práticas educativas inclusivas que proporcionem a todos os alunos um ensino de qualidade, obriga a uma reflexão constante, sobre o tipo de medidas e estratégias a implementar no interior da sala de aula, para dar resposta às necessidades individuais e coletivas dos seus alunos.
Numa sala de aula inclusiva, impõem-se as práticas de diferenciação positiva, que assegurem aos alunos com Necessidades Educativas Especiais a igualdade de oportunidades, tanto no acesso ao currículo, como na obtenção de sucesso nas aprendizagens e nos resultados escolares.
Diversificar, diferenciar e flexibilizar são, assim, as palavras-chave para vencer os maiores desafios que se colocam aos profissionais, perante a heterogeneidade de situações. Contudo, nem sempre se encontram nas estratégias diversificadas, ou nas práticas mais flexíveis, as respostas às necessidades individuais de cada aluno. Para alguns, só o recurso a adequações de âmbito curricular é que lhes garante as condições necessárias para potenciar o seu funcionamento biopsicossocial e desenvolver as competências esperadas para o seu grau ou nível de ensino.
Data e Horário: 9 de março de 2013 (sábado), das 10 às 17 h
Local: Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (Parque das Nações)
Objetivos
- Promover a reflexão sobre a necessidade de adequações curriculares individuais, como resposta à diversidade dos alunos no contexto da sala de aula inclusiva;
- Refletir sobre os diferentes tipos e níveis de adequações curriculares individuais;
- Desenvolver competências para a identificação da necessidade de adequações no currículo e/ou nos meios de acesso ao currículo;
- Desenvolver competências para a elaboração de adequações curriculares individuais;
- Refletir sobre práticas de diferenciação pedagógica e de organização e gestão de uma sala de aula inclusiva;
- Identificar fatores ambientais facilitadores da aprendizagem.
Objetivos
- Promover a reflexão sobre a necessidade de adequações curriculares individuais, como resposta à diversidade dos alunos no contexto da sala de aula inclusiva;
- Refletir sobre os diferentes tipos e níveis de adequações curriculares individuais;
- Desenvolver competências para a identificação da necessidade de adequações no currículo e/ou nos meios de acesso ao currículo;
- Desenvolver competências para a elaboração de adequações curriculares individuais;
- Refletir sobre práticas de diferenciação pedagógica e de organização e gestão de uma sala de aula inclusiva;
- Identificar fatores ambientais facilitadores da aprendizagem.
Oficina Didáctica
Rua D. João V, nº 6-B (ao Rato)
1250-090 Lisboa
Tel.: 213 872 458 - Email: info@oficinadidactica.pt
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Rugby Adaptado: Uma modalidade em destaque
Esta modalidade, representada pela Associação Portuguesa de Rugby em Cadeira de Rodas, colabora diretamente com a Federação Portuguesa de Rugby (FPR) que garante contactos, promoção e apoio logístico ao rugby adaptado.
O Centro de Medicina Física e Reabilitação da Região Centro - Rovisco Pais disponibiliza o espaço, na Tocha, para os treinos da equipa, assim como a equipa técnica e o treinador. Mensalmente, são três dias de estágio. Já no que toca aos apoios financeiros necessários para realizar este desporto, está previsto que sejam disponibilizados para 2013, pela Federação Portuguesa de Rugby.
Luís Vaz tem 25 anos e ficou tetraplégico após um acidente sofrido em 2007. Jogador de Rugby Adaptado adaptado, fala da importância dos apoios financeiros: "São necessários para comprar cadeiras especiais, para a prática da modalidade. São mais resistentes e aerodinâmicas, mas têm um custo extremamente elevado, cerca de 3 mil euros cada", explica.
Outros apoios pontuais surgem também do Comité Paraolímpico Português, da Associação Salvador - Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) que atua na área da deficiência motora e da Federação Portuguesa de Desporto para Deficientes, que inicialmente representava a modalidade de Rugby Adaptado.
Com tantos apoiantes, o Rugby Adaptado em Cadeiras de Rodas começa a destacar-se a nível nacional, embora os problemas financeiros tragam vários impedimentos aos interessados. "Há cada vez mais gente interessada em obter informações e formação no âmbito do Rugby Adaptado, mas com a falta de apoio financeiro e, consequentemente, de condições, alguns intervenientes começam a desmoralizar", explica Luís Vaz. Ainda assim, os treinos mensais contam já habitualmente com seis a 10 jogadores e um corpo técnico de quatro pessoas.
A prática de desporto, sendo importante para qualquer ser humano, traz muitas vantagens para pessoas que sofrem de uma deficiência motora. Os benefícios para a saúde adquiridos com a atividade física, mesmo que esta seja condicionada, juntam-se ao fator positivo de integração social.
Segundo Luís Vaz, "o desporto adaptado facilita a recuperação física e psicológica do trauma sofrido, obtendo-se assim um outro ponto de vista das limitações que a sociedade e as pessoas condicionadas pensam ter". No caso dos desportos coletivos, como o Rugby, o convívio com pessoas com o mesmo tipo de limitações leva a uma partilha de experiências de vida e, muitas vezes, à quebra de tabus em áreas como a vida social, o trabalho, lazer ou mesmo a sexualidade.
Os objetivos para o futuro da equipa atual de rugby adaptado ainda não passam, para já, pelos Paralímpicos. É necessário, em primeiro lugar, criar as condições materiais necessárias para formar uma equipa que, só assim, pode evoluir. As apostas seguintes serão a formação de mais equipas, sobretudo na área do Porto - onde existe o maior número de interessados -, para estas poderem, posteriormente, entrar em torneiros para equipas de iniciação, e mesmo em competições internacionais.
Fonte: JPN
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