A estratégia da equipa passa por vender o carrinho de compras autónomo a cadeias de distribuição, para que os possam disponibilizar nas suas redes de grandes superfícies, ao lado dos carrinhos normais.
A equipa acredita que "será uma mais-valia para essas marcas ter um carrinho de compras que serve toda a gente, sem discriminação".
O wi-Go está equipado com um olho digital Kinect, da Microsoft, popular entre quem usa a consola de jogos da marca, e que reconhece a imagem do utilizador em cadeira de rodas e o segue por todo o lado, graças a um motor que lhe dá autonomia de movimentos.
O projeto venceu o concurso de ideias Imagine Cup Portugal 2012, promovido pela Microsoft, o que lhe deu acesso a participar na final mundial da competição, a realizar em Sydney, na Austrália, entre 06 e 10 de julho.
Luís Matos espera que a viagem possa significar "o salto para o mercado".
Introduzir tecnologia em Portugal "é muito difícil, pelo que a visibilidade internacional é importante", disse.
Para já, há um protótipo do wi-GO produzido na UBI e Luís Matos acredita que é "uma questão de tempo até que alguém acredite" e aposte no projeto.
Além do bilhete para Sydney, o primeiro lugar conquistado na etapa nacional do concurso da Microsoft garantiu à equipa um prémio no valor de 3.000 euros, atribuído pela Fundação EDP, para o desenvolvimento do projeto e ainda diversos produtos informáticos.
Ajudar cidadãos com mobilidade reduzida em grandes superfícies é apenas uma das funções em que o wi-GO pode ser útil, uma vez que, segundo a equipa que o desenvolveu - constituída por Luís de Matos, Pedro Querido, Michael Adaixo, Ana Figueira, alunos de mestrado em Engenharia Informática, e apoiada pelo professor Simão Melo e Sousa -, pode ser aplicado no mapeamento de edifícios, reconhecimento facial e vocal, entre outras utilizações.
(Lusa)
O projeto venceu o concurso de ideias Imagine Cup Portugal 2012, promovido pela Microsoft, o que lhe deu acesso a participar na final mundial da competição, a realizar em Sydney, na Austrália, entre 06 e 10 de julho.
Luís Matos espera que a viagem possa significar "o salto para o mercado".
Introduzir tecnologia em Portugal "é muito difícil, pelo que a visibilidade internacional é importante", disse.
Para já, há um protótipo do wi-GO produzido na UBI e Luís Matos acredita que é "uma questão de tempo até que alguém acredite" e aposte no projeto.
Além do bilhete para Sydney, o primeiro lugar conquistado na etapa nacional do concurso da Microsoft garantiu à equipa um prémio no valor de 3.000 euros, atribuído pela Fundação EDP, para o desenvolvimento do projeto e ainda diversos produtos informáticos.
Ajudar cidadãos com mobilidade reduzida em grandes superfícies é apenas uma das funções em que o wi-GO pode ser útil, uma vez que, segundo a equipa que o desenvolveu - constituída por Luís de Matos, Pedro Querido, Michael Adaixo, Ana Figueira, alunos de mestrado em Engenharia Informática, e apoiada pelo professor Simão Melo e Sousa -, pode ser aplicado no mapeamento de edifícios, reconhecimento facial e vocal, entre outras utilizações.
(Lusa)
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